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10 ideias para revolucionar seu negócio

O Administradores.com recortou dez exemplos do livro “100 ideias que podem revolucionar seus negócio” que mostram como uma grande ideia pode inspirar funcionários, conquistar consumidores e movimentar mercados

Redação, Administradores.com
Thinkstock

No mundo empresarial, uma ideia boa pode chegar a valer mais do que a empresa na qual ela se originou. Pelo menos é isso que comprova o livro “100 ideias que podem revolucionar seus negócio”, do britânico Jeremy Kourdi, que traz uma seleção de soluções originais bem sucedidas iniciadas por multinacionais.

Os cases escolhidos tanto servem de inspiração para o leitor que está abrindo uma pequena empresa como para o executivo que busca oxigenar um organização mais complexa.

O Administradores.com recortou dez exemplos de como uma grande ideia pode inspirar funcionários, conquistar consumidores e movimentar mercados. Leia a seguir:

1. Imaginar cenários

Ainda nos anos 60, o chefe do grupo de planejamento da Royal Dutch/Shell, Pierre Wack, “pediu para que os executivos imaginassem o amanhã”. Ele questionou sobre a incerteza da posição dos governos nos países produtores de petróleo como também sobre a disponibilidade técnica. Tal raciocínio estratégico permitiu à empresa compreender as mudanças e, quando se deu o estopim da guerra árabe-israelense, em 1973, que refletiu na redução da oferta de petróleo – os preços então se quintuplicaram -, a Shell soube se adaptar ao novo quadro por estar bem mais preparada que seus concorrentes.

2. Usar informações repassadas pelo consumidor

A varejista norte-americana Amazon.com redefiniu a venda de livros aproveitando-se do potencial da tecnologia. Para minimizar seus riscos, ela analisa as informações de milhões de clientes para conhecer seus gostos e saber quando eles compram. Além disso, para agradar os consumidores, ela oferece resenhas de livros e conteúdo grátis para download, como também disponibiliza listas de sugestões personalizadas para cada cliente, tomando por base suas compras anteriores.

3. Eliminar desperdícios

Inúmeras organizações se concentram apenas no faturamento e se esquecem de avaliar a importância dos processos empresariais e os efeitos do desperdício. Para superar a crise enfrentada pela Harley-Davidson na década de 70, os principais administradores da montadora visitaram a fábrica de motocicletas da Honda em Ohio, nos Estados Unidos. Em termos de projeto, fluxo de produção e eficiência e administração de estoque, as diferenças eram gritantes. Para reduzir, ao mesmo tempo, o volume de peças recebidas e o estoque acumulado, eles implantaram um processo geral de fabricação nos moldes do just in time chamado MAN (Materials As Need, ou Materiais Quando Necessários, em português).

4. Compreender a demografia

“A ideia é simples: compreender a demografia é revelar futuras oportunidades e ameaças”. Entender a composição das populações, como elas vão mudar e o os desejos dos diversos grupos da sociedade é vital para o sucesso a longo prazo e o HSBC, “o banco múltiplo, no Brasil e no mundo”, sabe bem disso. O grupo reagiu à migração da Europa Oriental para o Reino Unido acolhendo a demanda de contas bancárias e empréstimos criadas pelos trabalhadores migrantes, inclusive com pessoas sem histórico bancário no país.

5. Agrupar-se

Em alguns setores, as empresas se instalam em “centros industriais”, que agrupam empresas semelhantes. Essa prática, embora pareça contraditória em relação à presença de maior competição na área, é importante para novas empresas e ajuda na visibilidade e associação da sua com outras companhias já estabelecidas no mercado. Dois exemplos famosos de agrupamento podem ser encontrados no estado americano da Califórnia: Hollywood, onde as empresas prosperam nos entornos dos estúdios cinematográficos, e o Vale do Silício, onde empresas de alta tecnologia se beneficiam do conjunto de cérebros das universidades próximas.

6. Criar espaços de marca

Ao desenvolver áreas decoradas e projetadas para atrair o público, mas que em nada tem a ver com o produto comercializado pela empresa, está fazendo com que o consumidor mergulhe na imagem e cultura da marca. Como exemplo, podemos citar a Renault, que mantém espaços de alto nível em quatro cidades: Buenos Aires, Bogotá, Cidade do México e Paris. No México, por exemplo, o cliente estará em um local onde há acontecimentos artísticos, culturais e esportivos – mas sempre podendo ver a chamada “zona Renault”, onde a montadora exibe protótipos de carros.

7. Facilitar o acesso

Com a sociedade mudando constantemente, o mercado tem assistido a uma demanda crescente por conveniência e liberdade. Oferecer serviços que atendas à essas demandas é o diferencial de uma empresa, que pode ver nisto uma possibilidade de atrair um cliente que, normalmente, não entraria em seu estabelecimento. Por exemplo, se sua conveniência fica aberta 24 horas e alguém precisar ir até lá no meio da noite e gostar do serviço, poderá optar pelo local quando a concorrência estiver aberta. No Reino Unido, a Tesco é a única rede de supermercados britânicos a permanecer aberto 24 horas por dia. Dessa forma, ela passou de uma situação de disputa apertada com outras redes, para posição de líder do mercado.

8. Parcerias

Parcerias ajudam a suprir o que a sua empresa, sozinha, não consegue oferecer aos clientes. É uma soma de recursos para atingir metas que seriam difíceis de outro modo. A Oneworld Alliance é uma parceria entre oito grandes companhias aéreas (British Airways, Cathay Pacific, Aer Lingus, Finn Air, Ibéria, LAN, Qantas e American Airlines) que se valem dessa associação para oferecer uma tarifa única e de baixo custo para ais de 600 destinos, coisa que seria impossível se elas não fizessem parte do mesmo grupo.

9. Trabalho flexível

A nova geração demanda um maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. A empresa que oferece flexibilidade em relação a onde e quanto trabalhar poderá obter melhores desempenhos de seus funcionários. Desde 2004 a Vodafone oferece dentro da sua sede “espaços de intervalo em que é possível fazer reuniões com laptops e notepads”. Todos os funcionários receberam celulares, laptops e internet sem fio para estimular a flexibilidade. Como resultado, os níveis de produtividade entre as pessoas aumentou drasticamente.

10. Presença na Internet

Não basta estar na internet, é preciso ter um presença online eficaz. Os melhores sites possuem de oito a dez atributos fundamentais, como segue o exemplo da BBC, que se concentra em dez Cs: conteúdo, comunicação, cuidar do consumidor, comunidade e cultura, conveniência e facilidade, conectividade (possibilitando a conexão a outros sites e aos demais usuários), custo e lucratividade, customizaçao, capacidade (dinâmico, reativo e flexível) e competitividade.

Fonte: www.administradores.com.br

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