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COMPROMETIMENTO NA EMPRESA.

Ainda existem organizações que acreditam que basta assinar um contrato de trabalho e pagar o salário em dia, para que todos os funcionários comprometam-se com a empresa, façam seus trabalhos corretamente e se interessem por melhorias contínuas.
É, tem adultos que ainda acreditam em Papai Noel…

Esta visão simplista do comportamento humano na empresa já caiu por terra desde 1927, quando Elton Mayo “descobriu” que o que fazia a produção aumentar e melhorar era a possibilidade que o ser humano tem de satisfazer sua escala de necessidades no ambiente de trabalho, principalmente as de relacionamento humano, tratamento adequado, reconhecimento e recompensa. De lá para cá, todas as pesquisas sobre motivação reafirmaram isso, contribuindo para clarear e aumentar o conhecimento sobre o assunto.

Outra questão importante, para garantir o comprometimento, refere-se à coerência entre discurso e prática. Muitas são as empresas em que seus dirigentes apregoam filosofias belíssimas, mas na prática cotidiana comportam-se de forma completamente contrária ao que apregoam.

Muito se fala em qualidade, mas pouco se pratica a qualidade no relacionamento entre dirigentes e empregados. Muito se fala de participação, mas pouco se escuta a opinião e os sentimentos dos empregados. Muito se fala em comprometimento, mas pouco motivo se dá para que os empregados comprometam-se. – Vista a camisa! – dizem os dirigentes. – Mas, que camisa? Essa aí, feia e amassada? – perguntam os empregados. – Ah, essa eu não visto. Queria era vestir outra, a que foi prometida quando cheguei aqui – retrucam eles. Mas, quem os ouve?

Coerência, congruência, crenças e valores adequados. Respeito aos empregados. Motivação contínua. Muita e boa comunicação. Reconhecimento e recompensa. Sistema de conseqüências adequado. Participação nos resultados financeiros. Avaliação e feedback. Treinamento e Desenvolvimento. Possibilidade de crescimento e carreira. Diálogo. Alegria. Clima positivo. Tratamento justo. Outras coisinhas mais e pronto! Consegue-se comprometimento, qualidade de trabalho e muita produção.

Reflita sobre as seguintes perguntas e você saberá se há motivos ou não para que os funcionários da sua empresa comprometam-se com o negócio.

* Você realmente conhece as pessoas da sua empresa? * Há afetividade nas relações interpessoais? * Como estão sendo liderados? * A comunicação flui com clareza? * Qual a imagem que a empresa tem para os seus funcionários? * Alguém na empresa possibilita que os funcionários desenvolvam as competências necessárias para o desempenho de alta performance? * Existe a prática do feedback? * Os colaboradores são valorizados pelos resultados alcançados? * A criatividade é valorizada? * Todos sentem que estão no mesmo barco? * E ainda, todos estão na mesma direção?

Não esqueça, principalmente, de que os objetivos empresariais só serão alcançados com o trabalho de pessoas motivadas e satisfeitas. E que, para alcançar os objetivos organizacionais é necessário que haja espaço para que funcionários possam alcançar seus objetivos individuais. É uma relação de causa e efeito. Muitas organizações procuram, em primeiro lugar, motivar e encantar seus funcionários e o restante ficará por conta deles.

E a área de Recursos Humanos, que papel tem nisso tudo? Algumas empresas possuem o setor de Recursos Humanos apenas para executar as tarefas relacionadas ao cumprimento das exigências legais trabalhistas e realizar o recrutamento e a seleção de pessoal para trabalhar na empresa. Muitas nem crêem que os profissionais de Recursos Humanos sejam capazes de contribuir com mais do que isso.

Vemos muitas organizações que não se dão conta que poderiam trabalhar para conseguir criar um clima de trabalho capaz de acionar, nos colaboradores, o desejo de contribuir mais e se comprometer verdadeiramente com a empresa.

O setor de Recursos Humanos pode e deve trabalhar alinhado ao negócio da empresa, contribuindo para tornar realidade os sonhos e as expectativas do negócio. Mas para que isso seja possível, é necessário mais do que competência dos profissionais da área. Precisa que o “dono” do negócio tenha o RH como parceiro na missão de conseguir o comprometimento de todos. Acredite que isso é possível e delege aos profissionais de Recursos Humanos a missão de desenvolver estratégias e ações que possibilitem resultados nesse sentido.

Fonte : rh.com

 

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