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Conheça os 20 melhores empregos dos próximos anos

O site Business Insider elencou os 20 melhores empregos no futuro, baseando-se na remuneração que eles oferecem e a projeção de crescimento para os próximos anos

Redação, Administradores.com

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Quem não deseja um emprego cujo salário e as perspectivas para o futuro sejam altas? O site Business Insider elencou os 20 melhores empregos do futuro, baseando-se na remuneração que eles oferecem e a projeção de crescimento para os próximos anos.

Para construir o levantamento, a publicação consultou dados oferecidos pela Secretaria do Trabalho dos Estados Unidos, que conta com o número de novas vagas oferecidas por cada ocupação entre 2012 e a projeção para 2022, além da média salarial.

O estudo avaliou cenário pós-crise e os setores que devem retomar o fôlego nos próximos anos. Entre os citados estão o ramo da construção e da saúde, que deve abrir ainda mais vagas com o ObamaCare. Segundo consta no levantamento, gestores de todas as áreas tendem a receber mais para organizar, planejar e supervisionar projetos.

Apesar de ter sido feito com base na realidade americana, o ranking oferece perspectivas para as mesmas áreas em outros países, inclusive o Brasil.

Veja abaixo o ranking das 20 melhores profissões para os próximos anos

20. Gestores de construção

19. Gestores de saúde

18. Representantes de vendas, atacado e fabricação

17. Contabilidade e auditoria

16. Motoristas de caminhões e tratores

15. Técnicos em enfermagem

14. Supervisores de construção civil

13. Analistas de Marketing

12. Desenvolvedores de Software

11. Supervisores de escritório e assistentes administrativos

10. Advogados

9. Carpinteiros

8. Professores do ensino básico

7. Analistas de sistemas

6. Analistas administrativos

5. Contadores e auditores

4. Médicos cirurgiões

3. Desenvolvedores de aplicativos

2. Gerentes de operações

1. Enfermeiros

Fonte: www.administradores.com.br

“7 dicas para mostrar o seu valor na entrevista de emprego”

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Confira o que quatro especialistas consultados recomendam para quem vai vai encarar o recrutador.

São Paulo – A felicidade ao receber uma ligação marcando a entrevista de emprego geralmente é logo suprimida pela ansiedade. Afinal são poucos minutos para demonstrar o seu valor, fisgar o recrutador e conquistar a oportunidade profissional.

Pensando nisso, EXAME.com consultou quatro especialistas para saber o que é fundamental na preparação e também durante a conversa com o entrevistador para aumentar as chances de ser escolhido por ele. Confira 7 dicas essenciais para “mandar bem” na entrevista de emprego:

1 Preparação começa com o currículo
Para se sair bem em uma entrevista, a preparação, de acordo com os especialistas começa ao escrever o currículo. É que o documento é o fio condutor dos principais pontos que serão abordados na conversa com o recrutador.

“A primeira providência é estruturar o currículo. Ao escrevê-lo reflita sobre tudo o que aconteceu na sua trajetória quais foram os significados para a sua vida profissional”, diz Axel Werner, da Kienbaum.

Atente às entregas feitas em cada um dos lugares pelos quais passou. “O currículo deve falar dos resultados que o profissional obteve não só dos conhecimentos e atividades exercidas”, diz César Kaghofer, representante da Dale Carnegie.

2 Divida a carreira em etapas para estruturar a conversa com o recrutador

De acordo com Werner, é importante dividir a sua carreira em etapas. “Estruture a parte da carreira onde teve aprendizado, em seguida veja onde começa a etapa de utilização das ferramentas aprendidas, que é seguida pela fase de desenvolvimento das ferramentas de liderança e por fim pela etapa de aplicação das habilidades de liderança”, recomenda.

Reflita sobre as suas atividades exercidas. Em cada uma das fases da sua carreira, esteja pronto para relacionar com os eventos transcorridos.

3 Pesquise informações sobre a empresa e o cargo

“De uma forma geral, os executivos não se preparam para as entrevistas de emprego”, diz a coach Mariella Gallo. Saber o que se espera do profissional que ocupe aquela posição é essencial para ter “ ponta da língua” a razão pela qual você pode ser a pessoa certa para o cargo. Nesse ponto vale desde conversar com pessoas que já trabalhem na empresa, como até visitar o local e se apresentar como candidato, segundo Kaghofer.

A especialista em gestão de recursos humanos, Claudia Bitencourt, lembra que tudo isso é importante para você saber responder porque quer mesmo trabalhar lá. “Quanto mais informação o profissional puder ter melhor porque é um processo de escolha mútua”, diz.

4 Foco em resolver o “problema” do recrutador

É claro que o seu objetivo é conquistar a oportunidade profissional, mas demonstre, durante a conversa, estar atento às necessidades da empresa. “O foco da conversa deve ser em resolver o problema do empregador. O que a empresa está precisando?”, recomenda o representante da Dale Carnegie.

Por isso que as informações colhidas antes da entrevista são tão importantes. São elas que darão o embasamento necessário para você mostrar que o seu perfil é indicado.

5 Prove competências a partir de ações e resultados

Ao fazer a breve apresentação da sua carreira, geralmente algo que acontece logo no início da conversa com o recrutador, enriqueça as informações do currículo falando sobre as ações e resultados.

“É interessante listar projetos importantes que ele realizou dando exemplos, mostrando números, atos e ações”, diz Mariella. Seja específico sobre o grau de responsabilidade em cada uma das funções, diga quantas pessoas eram lideradas por você, por exemplo. Indique a quem você se reportava. Não deixe estes detalhes escaparem.

6 Fale sobre o seu desenvolvimento profissional

Além dos valores que você gerou nas empresas em que trabalhou, lembre-se também de abordar o aprendizado para o desenvolvimento profissional.

Mesmo fora da fase de aprendizado, propriamente dita (faculdade, estágio, pós-graduação), o desenvolvimento deve ser mantido. “É trazer uma nova perspectiva e mostrar que a sua carreira é pautada em desafios”, lembra Werner.

Promoções, novos projetos e equipes ensinaram o quê? Quais as novidades em cada etapa da carreira merecem destaque, na sua opinião? Claudia lembra que o autoconhecimento é a regra de ouro. “Uma pessoa que não se conheça não tem ideia clara do potencial das suas realizações”, diz.

7 Atente à comunicação, treine antes se for preciso

Sem esta competência, você não conseguirá fazer absolutamente nada do que os especialistas recomendam nos itens anteriores. “As pessoas falham muito na comunicação”, diz Kaghofer. Não se esqueça de que a prática é a mãe da excelência. Treine, pratique, desenvolva esta habilidade.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira

“Minoria dos americanos acredita que a graduação prepara efetivamente alunos para o mercado de trabalho”

Apenas 10% dos americanos acreditam que a universidade prepara os estudantes para o mercado de trabalho “de forma muito eficaz”, ante 22% que a consideram ineficaz. O levantamento foi realizado pela Universidade de Phoenix e conduzido pela Harris Interactive, e ouviu mais de 1 600 trabalhadores nosEstados Unidos.

Quando questionados sobre o quanto daquilo que eles aprenderam na faculdade pode ser aplicado no emprego atual, 51% dos bacharéis afirmaram que algo do aprendizado foi relevante, mas apenas 35% considera a maior parte aplicável. Outros 13% afirmaram, ainda, que nada do que aprenderam é relevante. E apenas 7% consideram tudo que foi aprendido na universidade aplicável ao ambiente de trabalho.

Profissionais diplomados têm mais tendência em tecer uma conexão entre educação e carreira. Quase metade (47%) disseram aplicar todo – ou quase todo – o aprendizado no trabalho atual.

Entre os entrevistados sem graduação universitária, 58% se arrependem de não terem buscado uma formação mais elevada, enquanto 32% dos graduados se arrependem de não ter dado continuidade aos estudos.

Aproximadamente ¾ dos respondentes (74%) se arrependem de algo em relação a sua educação, por exemplo: Não ter se aplicado (21%) ou focado (19%) o suficiente no curso; não ter tentado estagiar ou trabalhar em algo relevante enquanto estudavam (11%); e ter escolhido prioridades erradas (15%).

Fonte: http://revistavocerh.abril.com.br

 

O mito da disciplina

Hábitos são a chave para a consistência, não a disciplina

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“Se você aceitar que a disciplina é um mito, vai se libertar da culpa de não ser disciplinado”

A autodisciplina é um dos mitos predominantes na nossa cultura. E o mito é gigante. Benjamin Franklin possuía autodisciplina, com seu hábito de acordar cedo, sua checklist de virtudes e sua reflexão diária. Os melhores atletas também a possuem, com a disciplina para treinar mais do que qualquer outra pessoa, visando ganhar o ouro. Meus leitores frequentemente pensam que eu sou mais disciplinado depois que leem meu livro e a lista de hábitos e realizações que conquistei, como conseguir me exercitar, acordar cedo ou economizar.

Mas é tudo um mito.

Estou confiante de que se você aceitar que a disciplina é um mito, vai se libertar da culpa de não ser disciplinado, passando a ter poder para criar os hábitos que você deseja, sem que haja necessidade dessa disciplina ilusória.

Por que a disciplina é um mito

Eu tenho escrito sobre a ilusão da disciplina por quase 4 anos e meio, mas é necessário revisitar o tema de vez em quando. Especialmente quando leio artigos que, se não estivessem espalhando e perpetuando tal mito, seriam excelentes. Então, preciso dar um fim a essa ilusão agora.

Veja bem, a disciplina soa como um conceito perfeitamente válido, até você ir mais fundo. Disciplina não é um mistério. Só que na verdade ela é. O que é disciplina? Quanto possuímos dela? Como conseguimos mais? Se é pela prática, como você a pratica se não possui nenhuma disciplina para começar? Se eu não estou com vontade de fazer alguma coisa, como eu uso a disciplina para me forçar a fazê-la?

Tive muitas conversas com pessoas que acreditam piamente no mito da disciplina. Geralmente, elas acontecem mais ou menos assim:

Eu: O que é disciplina, exatamente? Qual a diferença entre ela e motivação (que é um conjunto de ações que podemos de fato colocar em prática)?

Amigo: A motivação puxa você em relação a alguma coisa, fazendo você querer fazer algo. A disciplina te empurra para alguma coisa, fazendo você fazer aquilo que não quer.

Eu: Ok, então se eu não tenho disciplina, como faço para consegui-la?

Amigo: Você pratica. É um músculo, que se torna mais forte com a prática.

Eu: Mas como eu vou praticar se não tenho disciplina?

Amigo: Apenas faça algo pequeno e depois continue praticando repetidamente.

Eu: Mas é preciso ter disciplina para fazer isso. Que ação em específico eu tenho que usar para me forçar a fazer algo se eu não quero fazê-lo?

Amigo: Você se obriga a fazê-lo de todo jeito.

Eu: Mas isso exige a disciplina que eu não tenho. Ok, digamos que eu esteja no sofá e eu quero sair para correr ou levantar para escrever. Como me obrigo a fazer uma dessas coisas? Que ação em específico?

Amigo: Você visualiza o resultado final, algo que você deseja.

Eu: Esta é uma ação de motivação e não de disciplina.

Amigo: Certo. Então você tem que planejar recompensas. Não, isto é motivação. Você se convence e se anima e diz a você mesmo que pode fazê-lo. Não, isto é motivação também. Você diz às pessoas o que vai fazer, foca nos aspectos agradáveis disso. Mas isso também é motivação. Talvez você só deva fazer aquilo que gosta, então… o que também é motivação.

Tudo aquilo que fazemos para nos convencer a fazer algo não é disciplina, mas motivação. E é por isso que a primeira é um mito. O conceito pode soar bem, mas não é útil. Quando o assunto é investir em ações que levem você a realizar algo, o único caminho a seguir é o da motivação, não o da disciplina. Por anos, eu tenho desafiado pessoas a me trazerem uma ação de disciplina que não seja motivação, e ninguém conseguiu.

Construa hábitos para alcançar consistência

Quando as pessoas falam sobre querer disciplina em suas vidas, o objetivo real, geralmente, é ser mais consistente em alguma coisa. Exercícios físicos, meditação, escrever ou outra atividade criativa, finanças, alimentação ou produtividade no trabalho são algumas recorrentes. Todas essas atividades são executáveis sem o conceito da disciplina. O que você precisa para atingir esses objetivos é a construção de hábitos.

Hábitos não são bem entendidos por muitas pessoas, por isso eu criei o Curso de Hábitos. Neste curso, exploro o conceito de gatilhos, ciclos de feedback negativo e positivo, consistência, motivação, responsabilidade, apoio e outros fatores que ajudam a formar costumes.

Nenhum desses conceitos é nebuloso. Todos se traduzem em ações específicas que você pode executar no sentido de criar um costume. Se você quer ser consistente em alguma coisa, incorpore e execute ações que o levem a fazer desta coisa um hábito. Comece com coisas pequenas, para que esse processo de construção seja eficaz e bem-sucedido. Uma vez que a atividade estiver agregada à sua rotina, tornando-se de fato um hábito (e isso pode acontecer em duas semanas, dois meses ou mais tempo), você pode expandir a partir do que tem.

Hábitos são a chave para a consistência, não a disciplina. E eu posso garantir: uma vez que você constrói um hábito positivo e consistente é uma coisa maravilhosa. Você se sente disciplinado, forte, bom, mesmo vivendo como a personificação de um mito. É como os deuses gregos devem se sentir.

Tradução: Marcela Agra

Fonte: www.administradores.com.br

 

“Lista aponta as carreiras mais subestimadas e as mais supervalorizadas”

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Algumas ocupações parecem mais fascinantes do que são de fato.

O status de algumas carreiras muitas vezes faz com que elas pareçam melhores e mais glamourosas do que realmente são. No dia a dia, altos níveis de estresse, longas jornadas de trabalho, grandes responsabilidades e nem tantas oportunidades no mercado caracterizam a realidade dos cargos cobiçados.  Enquanto outras, no imaginário popular, são vistas como menos interessantes e, na verdade, se sobressaem.

 A CareerCast listou as carreiras mais subestimadas e as mais supervalorizadas. Os resultados mostram que profissões como analista de sistemas, veterinário e biólogo estão entre alguns dos empregos mais subestimados da pesquisa. Já a lista das carreiras mais supervalorizadas é liderada por executivo de conta de agências de publicidade, seguido de cirurgião e corretor da bolsa.

Confira os dois rankings a seguir:

As 10 profissões mais subestimadas

1. Analista de sistemas

2. Veterinário

3. Biólogo

4. Analista de pesquisa de mercado

5. Contador

6. Técnico de emergência médica

7. Assistente legal

8. Engenheiro Civil

9. Diretor de escola

10. Encanador

11. Eletricista

12. Bibliotecário

As 10 profissões mais supervalorizadas

1. Executivo de contas (publicidade)

2. Cirurgião

3. Corretor da bolsa

4. Gerente de Relações Públicas

5. Executivo sênior

6. Organizador de eventos

7. Arquiteto

8. Piloto de linha aérea comercial

9. Advogado

10. Programador

11. Economista

12. Psicólogo

Fonte: http://www.clickcarreira.com.br

 

5 maneiras de sabotar a sua produtividade.

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Perder tempo com detalhes faz do perfeccionista um profissional improdutivo, segundo especialista. Confira esta e outras maneiras de produzir menos.

Ficar preso aos detalhes pode comprometer a produtividade, diz especialista.

São Paulo – Quando o relógio do escritório sinaliza que o expediente normal já acabou há horas – mas você ainda está lá – é que pode aparecer a dúvida sobre o quão competente é você no quesito administração do tempo.

“Mesmo sem querer, podemos perder o foco e desperdiçar tempo”, diz Patrícia Rocha, consultora da Sher Marketing e professora de cursos de MBA e pós-graduação. E, apenas ao constatar que a meta não será atingida no prazo determinado ou que será necessário ficar até mais tarde no escritório, é que os profissionais se dão conta disso.

Ou seja, não é intencional, mas você pode estar sabotando a sua produtividade. O primeiro passo para reverter este quadro, segundo Patrícia, é ter consciência de situações ou atividades que desperdiçam tempo e eliminá-las.

Confira as principais atitudes (ou falta de) que prejudicam a produtividade no trabalho:

1 Perfeccionismo

Não é à toa que a frase “feito é melhor do que perfeito” está estampada na parede da sede do Facebook, nos Estados Unidos.

O lema de Sheryl Sandberg, a chefe de operações da rede social de Mark Zuckerberg, vai contra um dos principais sabotadores da produtividade: o perfeccionismo.

Na opinião de Patrícia, prender-se a detalhes desnecessários é um dos jeitos de sabotar o fluxo produtivo durante o seu expediente.

2 Retrabalho ou dificuldade em delegar

A falta de organização e método pode fazer com que tarefas precisem ser refeitas. E, com o retrabalho gasta-se o dobro do tempo. A dificuldade em delegar também coloca a produtividade dos chefes em xeque, segundo a consultora.

“Se o profissional tem cargo de liderança, pode deixar de entregar resultados porque fica muito tempo na operação, fazendo tarefas ou tomando decisões do escopo de sua equipe ao invés de delegar, por exemplo”, diz Patrícia.

O resultado disso é que muitos chefes não têm tempo para participar de projetos mais complexos ou promover a integração das equipes.

3 Discussões sobre dificuldades e polêmicas ou reuniões intermináveis.

Profissionais também tropeçam na produtividade por conta de discussões sobre polêmicas ou as dificuldades de um projeto ou tarefa. “Perdem muito tempo discutindo sobre as coisas”, diz Patrícia.

Lotar a agenda com reuniões demoradas e que pouco contribuem para dar andamento ao trabalho também roubam o tempo produtivo, explica Patrícia.

“As reuniões devem ser planejadas, com objetivo claro e específico. É fundamental que sejam bem conduzidas para que se mantenha o foco no assunto (pauta)”, diz.

Além disso, a especialista cita a definição do tempo e a existência de alguém responsável por conduzir os assuntos, a partir de um cronograma, como aspectos fundamentais para evitar a perda de horas e horas de trabalho com as reuniões.

4 Falta de planejamento de agenda

A falta de planejamento é outro item que compromete a produtividade, de acordo com a especialista. “Por não ter um planejamento e boa agenda, gasta-se muito tempo com atividades menores logo nos momentos mais produtivos”, lembra Patrícia.

Ou seja, verificar todos os emails recebidos no momento em que você sente mais energia e disposição vai fazer com que o relatório final que o chefe está cobrando fique para depois. “E quando vamos nos dedicar às tarefas mais importantes, estamos cansados e indispostos”, diz Patrícia.

Adotar este tipo de conduta vai, certamente, impactar na sua produtividade ao longo da semana. “Isso porque há má gestão de tempo e energia, o que fica mais crítico se a exigência envolve processo criativo”, diz Patrícia.

Conhecer a meta e dividi-la em partes para distribuí-las ao longo do tempo disponível é um das dicas de Patrícia. Ela também recomenda investir tempo em atividades “ não -urgentes” mas que não devem ser adiadas como o estudo e o desenvolvimento profissional.

5 Assertividade zero

A dificuldade em se posicionar e dizer não àquele colega de trabalho que pede ajuda toda hora também vai contribuir para a perda do foco.

“Ajudar os outros e trabalhar em equipe é uma coisa, mas atender às demandas dos outros, em excesso e repetidamente, certamente gera expectativas sobre as quais teremos cada vez mais dificuldade em nos posicionar”, diz Patrícia.

Fonte: http://exame.abril.com.br

“Quase 80% das melhores empresas para se trabalhar têm ações antidiscriminação”

A maioria das empresas que foram selecionadas pelo instituto de pesquisa Great Place to Work têm mecanismos para coibir a discriminação no ambiente de trabalho.

A organização, que premiou 130 empresas como as melhores para se trabalhar no Brasil, notou que 79% delas têm práticas para coibir a discriminação sexual.

discriminação de origem étnica é a mais combatida –82% das companhias a coíbem.

Os mecanismos de combate à discriminação são, por exemplo, treinamento específico para isso e linha direta para que os profissionais possam tratar de assuntos deles de maneira sigilosa.

Recentemente, os Correios foram condenados a pagar R$ 20 milhões de indenização por dano social e moral coletivo por causa de um episódio de discriminação de uma trabalhadora com deficiência visual.

A funcionária, que foi demitida após um período de estágio, afirma que não havia condição adequada para ela trabalhar –durante o treinamento não havia computador adaptado e nem apostilas em braile.

Fonte: classificados.folha.uol.com.br

“Líderes despreparados”

A preocupação das empresas em formar sucessores cresce, mas a maioria dos novos chefes ainda assume o cargo sem receber nenhum treinamento.

Ocupar um cargo gerencial pela primeira vez é desafiador e exige o engano-409-x-250desenvolvimento de uma nova identidade profissional. O levantamento “Primeira Gestão” realizado pelas consultorias LAB SSJ, Clave e Etalent em março desse ano, mostrou que apenas 14,5% dos gestores tiveram algum treinamento formal antes de assumir sua primeira gestão. Quando questionados sobre quais recursos buscaram para solucionar as angústias no início dessa experiência, apenas 21,5% dos entrevistados revelam ter feito algum curso. Em geral, para aperfeiçoar as habilidades de gestão a maioria buscou apoio nos líderes (78,6%).

Nesse contexto, as empresas tem enfrentado a falta de líderes preparados e disponíveis no curto prazo para assumirem os variados níveis de gestão. Assim, há, cada vez mais, preocupação das companhias quanto ao desenvolvimento da liderança desde a primeira gestão.

Acompanhando essa tendência, segundo a última edição da pesquisa mundial “The State of Business Process Management”, da BPTrends, realizada em série histórica desde 2005, envolvendo 399 empresas mundiais, nos países emergentes o mercado para treinamentos e capacitações em modelos está mais aquecido. Na América Latina, 49% das empresas participam de conferências e seminários em gestão de processos.

De acordo com Vânia Akabane, diretora de Recursos Humanos da Alcoa América Latina Caribe, esses treinamentos são oportunidades para os líderes adquirirem conhecimentos e habilidades para conduzir de forma eficaz as equipes de trabalho e, dessa maneira, promover a melhoria do clima organizacional, a redução do turnover e, consequentemente, o aumento do engajamento e da produtividade de sua área de trabalho.

Com foco no treinamento de novos líderes, a companhia promove o Advancing Supervisory Excellence (ASE), que faz parte do programa global de desenvolvimento da liderança da Alcoa. “Temos diversos líderes de primeira viagem que apresentaram performances e conhecimentos técnicos diferenciados em suas posições anteriores e, agora, lideram equipes. O treinamento ASE os apoia a entenderem o seu novo papel e a desenvolverem suas competências de liderança”, explica Akabane.

A pesquisa “Primeira Gestão” revela ainda que uma das maiores expectativas de novos gestores é desenvolver pessoas. Relevante para 86,6% dos respondentes, a preocupação com o desenvolvimento da equipe persiste nos primeiros tempos na função e se mantém como um dos fatores mais importantes mesmo depois da transição para o primeiro nível gerencial.

Carolina Vassaro Kirszenwurcel que assumiu a gerência de treinamento da Unilever recentemente, após um processo de recrutamento interno, concorda: “Minha expectativa é assumir o papel de líder da nova equipe, orientá-los, direcioná-los e trazer os resultados esperados desse novo cargo”.

Para a nova líder, o primeiro desafio ao assumir um cargo gerencial é descobrir qual o seu estilo de liderança. “Uma vez que você o descobre, o desafio passa a ser gerenciar pessoas com perfis diferentes. Muitas vezes você passa a mesma mensagem para sua equipe, mas a forma como eles vão entender e interpretar é variada. Saber lidar com essa variedade de perfis e estilos, tirando os melhores resultados de cada um, é a chave de ouro para atingir os resultados”, conclui.

Práticas para fortalecer o pipeline de líderes através dos planos de sucessão se tornam fundamentais. Segundo Akabane, na Alcoa há casos de funcionários que ainda não possuem gestão de equipe e são indicados para a realização do treinamento ASE a fim de prepará-los de antemão para uma posição de liderança futura.

Fonte: revistavocerh.abril.com.br

Motivação: os cinco desejos fundamentais do ser humano

Qual é a fórmula para criar gênios? O ser humano tem cinco desejos fundamentais que são os mais poderosos motivos para fazer agir

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O ser humano possui cinco desejos fundamentais: ser reconhecido, amado, elogiado, livre e útil

O que motiva uma pessoa a agir? Voce sabe estimular alguém? O que mais estimula uma pessoa? Sem uma resposta correta para estes questionamentos não conseguimos tomar as medidas necessárias para motivar os filhos e nem mesmo as pessoas no nosso ambiente corporativo.

Se a necessidade for física, podemos estimular por meios materiais. Por exemplo, oferecendo comida, roupa, dinheiro. Enretanto, há limitações. Estimular uma criança oferecendo balas e doces depois de certa quantidade, não fará mais efeito. Os estímulos irão diminuir à medida que as necessidades forem sendo satisfeitas.

Se no plano físico a questão é complicada, as necessidades emocionais são muito mais complexas e não podem ser estimuladas materialmente. Uma carência emocional dificilmente pode ser recompensada materialmente e se for, será por muito pouco tempo. A necessidade “não física” requer o remédio do estímulo “não material”.

Anos atrás li o livro “Educação da Vida”, do Prof. Massaharu Taniguchi, que trata da educação infantil. As crianças – excetuando as que vivem na zona da pobreza – não sentem as necessidades fisiológicas. Desta forma o objetivo do livro é extrair o potencial de uma criança por meio de estímulos “não físicos”, por meio de palavras.

Diz no seu livro: “O ser humano possui cinco desejos fundamentais: ser reconhecido, amado, elogiado, livre e útil. Quando esses desejos são satisfeitos, o homem encontra a razão de viver”. As crianças e os adultos têm arraigado no seu íntimo estes cinco desejos e querem ser reconhecidos, amados, elogiados e respeitados.

O Prof. Taniguchi afirma que “todos possuem no íntimo o desejo de serem reconhecidos, principalmente pelas pessoas que amam e respeitam. No íntimo queremos ser reconhecidos pelos pais, professores e superiores. Aquele que é líder deve levar em conta a existência desses desejos em cada um de seus subordinados”.

Mesmo pessoas famosas com cabelos grisalhos ficam cheias de alegria quando recebem medalhas. Nas crianças o desejo de ser reconhecido é ainda maior. Se perguntar a alguma, ouvirá: “Quero ser elogiado pelos meus pais ou professor”. O elogio faz sentir-se amado, ser alguém e consequentemente, essa criança passará a se dedicar mais aos estudos.

Uma criança, mesmo que muito pequena, quer fazer alguma coisa para ser útil. É comum querer ajudar a mãe na cozinha. Se nessa hora a mãe falar: “Saia daí, vai para lá”, como se estivesse dizendo: “Está me atrapalhando”, o desejo da criança é despedaçado. O desejo de ajudar a mãe não se concretiza, gera a insatisfação, tristeza e revolta.

Mesmo que a manifestação da criança seja um estorvo, a mãe deve agradecer e demonstrar contentamento dizendo: “Você é muito prestativa. Ajude-me a fazer isso”, e diz para fazer outra coisa que não faça-a atrapalhar. É muito importante não desestimular o desejo de ser útil. Deve estimular por meio de elogio e contentamento.

O desejo de amar é o sentimento de se unir, ligar ao outro. É o “desejo de não ser rejeitado”, de “ser alguém”, de fazer parte do grupo. O inverso – o ódio – é brigar, afastar, rejeitar e ignorar o outro. Estudamos ou trabalhamos com satisfação quando estamos unidos. Fazer parte do grupo é a forma de se sentir amado, “de ser alguém”.

Quando estava no primário e minha mãe dizia: “Estude!”, eu perdia a vontade de estudar. Quando uma mãe diz: “Estude, estude”, obrigando, a criança sente-se presa e se rebela. O ser humano tem a necessidade de ser livre. Os pais e líderes devem considerar este desejo íntimo do ser humano antes de fazer as cobranças.

A fórmula para desenvolver a capacidade é amar, reconhecer, elogiar, confiar e deixar livre. Repreender pensando: “Quero que melhore”, é uma boa intenção, mas não traz benefício porque para justificar a repreensão aponta os pontos negativos. Educar é fazer exteriorizar a parte boa da criança. A forma de extrair a parte boa é elogiar os pontos positivos, fazê-la sentir-se amada e respeitada.

Os desejos íntimos tanto de uma criança quanto de um adulto são iguais. Temos a necessidade de ser amados, reconhecidos, úteis. A única forma de percebermos é sendo reconhecido por meios de elogios ou vendo o contentamento. Melhor ainda se for reconhecimento formal, com cerimônia de entrega de prêmio.

Os líderes e gestores de empresas devem demonstrar o amor, reconhecimento por meio de elogio, confiar e deixar livre para extrair a capacidade dos seus subordinados. A força motivadora está no poder da palavra que utiliza. A forma mais eficiente de motivar uma pessoa é o elogio e o reconhecimento. É a ignição necessária para motivar uma pessoa a agir de forma a expressar a plenitude do potencial máximo.

Fonte: www.administradores.com.br