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12 perguntas para quem quer crescer

Um exercício de reflexão que você deve fazer

Flávio Augusto

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1. Que tal não querer ouvir apenas coisas agradáveis?

2. Que tal aprender com humildade?

3. Que tal reconhecer que não é o sabichão?

4 Que tal não resistir a dar o braço a torcer apenas por orgulho?

5. Que tal respeitar os resultados de quem deve se tornar seu referencial?

6. Que tal ouvir, refletir e se desarmar em vez de ficar se defendendo?

7. Será que o que você acha que é grande coisa realmente é grande coisa ou você foi condicionado a adotar referenciais muito baixos?

8. Que tal rever seus valores quando perceber que seus resultados estão, na melhor das hipóteses, na média – em outras palavras, no máximo na mediocridade?

9. Que tal ousar a acreditar que você pode mudar, ou melhor, revolucionar sua forma de pensar e, por consequência, revolucionar seus resultados?

10. Que tal enxergar o mundo por um outro ângulo?

11. Que tal seguir caminhos diferente das grandes massas a fim de conquistar resultados diferentes?

12. Que tal perguntar mais em vez de querer ficar sustentando o mundinho que lhe apresentaram?

 Fonte: www.administradores.com.br

Comportamento: 4 dicas para ser notado dentro das empresas

Todas as pessoas querem ascensão profissional nas empresas, mas nem todos estão dispostos a fazer a diferença, nem a ter atitude. Como é possível conseguir resultados diferentes, sem fazer nada fora da rotina? É necessário Foco, Método e Disciplina, além de algumas dicas que serão comentadas durante esse artigo.

Leonardo Siqueira

Para as pessoas que querem ser notadas dentro das empresas, a primeira pergunta que eu faço é: Você está preparado para se dedicar mais ao trabalho? Se a resposta for SIM é o primeiro passo para você ter sucesso em seu trabalho e ser mais notado na empresa, pois nada cai do céu e precisará estar atento as oportunidades que surgirão para fazer além da sua atividade de rotina. Abaixo seguem quatro dicas para quem quiser ter mais sucesso na sua profissão:

1. Sair da zona de conforto:
Ninguém que está na “zona de conforto” é notado. Já passou aquela fase de “bater cartão para entrar e para sair” da empresa, se você se enquadra nessa situação, que se preocupa com a “hora da saída” e quando ouve a sirene sai correndo para ir embora, sinto lhe informar, mas você está fazendo parte dos 70% que fazem a roda girar dentro das empresas, se quiser fazer parte dos 20% que serão notados e que fazem a diferença, necessitará mudar seus conceitos. Os profissionais mais audaciosos hoje em dia, estão em busca de desafios, agregando valor para as empresas e suas carreiras.

2. Demonstrar proatividade:
Seja proativo e esteja acessível, antenado a tudo que te cerca, tenha a iniciativa e aproveite bem as oportunidades que passam durante seu dia de trabalho, e tenha certeza que muitas coisas passam diariamente, mas nem sempre se percebe. Seja quem se desafia a fazer algo que não tem resposta, pois isso estimula a “mente criativa” para resolver vários problemas.

3. Desafiar-se ao novo:
Não tenha medo de enfrentar desafios, fazer algo novo nunca é fácil, mas você só cresce como pessoa e profissional quando faz algo novo. Já perdi a conta de quantos vídeos, palestras, filmes que falam: Arrisque-se, Desafie-se, tenha Atitude. Você não faz ideia do potencial que possui, e só vai descobrir quando ARRISCAR. Controle seus medos e aceite os desafios que a vida lhe proporciona, só assim você terá novos resultados.

4. Construa sua marca pessoal:
Seja autentico e espontâneo, ressalte suas boas qualidades e seja lembrado pelos seus pontos positivos, segundo o especialista em Personal Branding (Arthur Bender), existem 4 pilares para construção da marca pessoal: primeiro “Não adianta ser bom, tem que parecer bom”, segundo é, “seja diferente”, pois as pessoas costumam juntar-se a grupos iguais, mas é necessário se destacar. Terceiro é que sua marca tenha “relevância”, que seja seu diferencial e o habilite para vaga ou função desejada. E por ultimo, sua marca tem que ser “percebida”, transmitindo coerência com suas atitudes.

Os profissionais são notados, quando demonstram uma capacidade superior em criar novas relações ou melhorar as relações existentes com o mercado e com a sociedade. O olhar para fora, prestar atenção ao que acontece no seu mercado, na sua sociedade, no seu país e trazer as conclusões para contribuir nos objetivos da organização, é um exercício essencial. Ao longo dos anos, pode criar uma capacidade para melhor identificar as oportunidades, criar estratégias, obter maior credibilidade e influenciar positivamente aqueles que o cercam.

Fonte: www.administradores.com.br

Profissionais brasileiros estão satisfeitos, mas não descartam mudança de emprego, afirma LinkedIn

Infográfico mostra resultados globais de estudo que ouviu usuários da rede social em 26 países

Redação, www.administradores.com
Divulgação
No Brasil, 51% dos brasileiros dizem estar satisfeitos com seu trabalho atual

O LinkedIn acabou de divulgar um estudo que mostra os principais motivadores dos brasileiros em relação às suas carreiras. A pesquisa foi feita em 26 países e entrevistou 18.000 profissionais. Entre os 26 países pesquisados, o Brasil é o segundo (61%) que mais se preocupa com a reputação da empresa como um bom lugar para se trabalhar no momento de mudar de emprego.

O estudo afirma ainda que 51% dos brasileiros dizem estar satisfeitos com seu trabalho atual, enquanto 23% estão muito satisfeitos. Os principais motivadores para um profissional aceitar uma nova chance de trabalho são: melhor salário e benefícios, oportunidade para crescimento na profissão e melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Dos entrevistados brasileiros, 45% não estão à procura de um emprego, mas falariam com um recrutador para descobrir se a oportunidade vale a pena. Além disso, o levantamento mostra que alguns benefícios são mais valorizados do que outros, de acordo com o país.

Se no Brasil, a oportunidade de crescimento é mais importante, nos EUA, a preocupação é com o salário maior. No infográfico abaixo, você pode conferir os resultados globais do estudo:

Tradução do infográfico: Lívia Pereira
Adaptação de arte: Niandson Leocádio/ Editoria de Arte Administradores.com

Via: www.administradores.com.br

A responsabilidade socioambiental ajuda a atrair talentos?

Pesquisa do Ibmec Rio avalia o que importa na escolha de uma empresa para trabalhar

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Diante do cenário competitivo do mercado de trabalho, muitas empresas buscam estratégias para atrair os melhores talentos. Um estudo avaliou se ações efetivas de responsabilidade social e ambiental teriam impacto sobre a escolha da empresa para trabalhar.

A professora e pesquisadora do Ibmec/RJ, Lucia Barbosa de Oliveira, com o apoio de Lahna Barbosa, aluna da graduação em Administração, realizaram uma pesquisa quantitativa com 371 alunos de graduação de três instituições de ensino superior no Rio de Janeiro: Celso Lisboa, Ibmec e Estácio de Sá.

Entre os dias 18 e 28 de novembro de 2013, ambas coletaram dados para analisar a importância relativa de seis dimensões de atratividade – reputação da empresa, oportunidade de crescimento e carreira, remuneração, segurança no emprego, responsabilidade social e responsabilidade ambiental – para alunos de graduação.

A amostra foi composta de 60% de participantes do sexo feminino com média de idade de 29 anos, dos seguintes cursos: Administração, Psicologia, Gestão de Recursos Humanos, Educação Física, Economia, Ciências Contábeis, Engenharia Ambiental, Biologia, Enfermagem e Comunicação Social. Do total, 58% eram estudantes do Centro Universitário Celso Lisboa, 23% do Ibmec e 18% da Universidade Estácio de Sá.

Os resultados mostraram que oportunidade de desenvolvimento pessoal e remuneração foram os fatores mais importantes na escolha de uma empresa para trabalhar, enquanto responsabilidade social e ambiental tiveram uma importância menor. Verificou-se também que mulheres e membros de classe de renda mais baixa dão mais valor a essas dimensões do que alunos mais ricos e do gênero masculino.

No estudo, as pesquisadoras também avaliaram a relação entre os valores pessoais dos participantes e a importância de cada uma das dimensões de atratividade. Foi possível verificar que as pessoas que dão mais importância à responsabilidade socioambiental na escolha de uma empresa para trabalhar são aquelas que possuem mais a característica da autotranscendência, associada a valores como justiça, igualdade, honestidade e benevolência.

Em outras palavras, esse resultado sugere que a Responsabilidade Social Corporativa (RSA) – além de todas as vantagens que têm sido apontadas – contribui para a atração de profissionais mais éticos e justos, o que pode ser um importante ativo para as empresas no contexto atual.

Fonte: www.segs.com.br

Adriana Garcia, diretora da Mexichem, diz como virou RH

Anna Carolina Oliveira, da 
Paulo Pampolim / Hype

Adriana Garcia,diretora de RH da Mexichem Brasil

São Paulo – Nascida em Petrópolis (RJ), mas criada no interior de São Paulo, Adriana Garcia, de 42 anos, entrou no mercado de trabalho na área de sua formação — Relações Públicas. Começou a carreira como estagiária da Brahma, na área de comunicação interna. Acabou ficando sete anos na fabricante de bebidas, onde aprendeu uma cultura de resultados.

Da Brahma, ela foi para a Gillette, onde sua carreira tomou outro rumo. “Comecei a acumular funções nas áreas de treinamento e desenvolvimento”, diz. Foi o primeiro passo para sua estreia na área de recursos humanos. “Recebi uma promoção e, aos poucos, passei a dedicar cada vez mais tempo a treinamento e menos a comunicação.”

Foi quando assumiu o desafio — já como gerente de RH — de montar um centro de serviços compartilhados na cidade do México. Após dois anos, foi convidada a integrar o Next Generation Leader, espécie de centro de treinamento para jovens líderes, na cidade americana de Boston.

Depois de um ano, Adriana decidiu retornar ao Brasil. De volta, ela entrou para o time de RH da farmacêutica Abbot, onde gerenciou a área de desenvolvimentopara o Cone Sul por três anos. Seu próximo movimento de carreira se baseou em dois princípios: permanecer no Brasil e ter um escopo maior de atuação. O convite da MSD, outra farmacêutica, casou com suas expectativas e por três anos ela atuou como gerente de gestão de talentos para a América Latina.

Saiu de lá para assumir — em abril de 2011 — a diretoria de RH da Mexichem Brasil, que entrou no mercado brasileiro ao comprar a Amanco, em 2007. Adriana, que pensou que o RH seria algo transitório na sua trajetória, se vê agora em um momento estável tanto na empresa quanto na área. “Acho que a área de RH passa por uma fase de aperfeiçoamento e consolidação, não vejo novidades para os próximos anos”, diz.

Fonte: exame.abril.com.br

Chefe freelancer: saiba como funciona a gestão interina

Contratar um profissional sênior por tempo pré-determinado pode ser uma boa alternativa em algumas situações, mas há riscos e é preciso cuidados. Entenda

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Homem checa as horas em seu relógio

Relógio: na gestão interina, o executivo tem data certa para deixar a empresa. Processo não deve durar mais que 18 meses

São Paulo – Durante o verão de 2011, as enchentes que devastaram Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, atingiram a unidade de produção da fabricante de lingeries Triumph, causando danos ao maquinário e prejuízos para a empresa. Muitos dos funcionários da companhia tiveram suas casas invadidas pela água e ficaram desalojados. Não bastasse todos esses acontecimentos, a empresa ainda foi surpreendida pela demissão do responsável por sua área de recursos humanos.

A Triumph se viu então diante de um impasse: ela precisava de um profissional experiente e que conseguisse administrar a crise e dar o devido suporte aos trabalhadores afetados, mas a situação financeira não permitia altos investimentos.

Treinar um funcionário da empresa para ocupar o cargo vago também estava fora de cogitação, pois não havia tempo. A solução encontrada foi a contratação de um gestor interino: um executivo experiente com um contrato que tinha data para terminar.

A prática de gestão interina (ou interim management, no termo em inglês) é muito comum fora do Brasil e tem conquistado adeptos por aqui. Basicamente, a ideia consiste em contratar um executivo com experiência longa para períodos ou projetos pré-definidos, uma espécie de freelance sênior.

Ela pode ser eficiente em casos de urgência e crise (como o da Triumph), na cobertura de vagas abertas e preparação de sucessão, em processos de profissionalização de empresas familiares ou até mesmo quando a companhia pretende criar uma nova unidade de negócios mas, ao mesmo tempo, precisa manter a equipe dedicada ao seu core business. Outra situação em que é comum a atuação de um líder interino é a cobertura de licença-maternidade de executivas.

Segundo Donizetti Moretti, vice presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo e  gestor interino há quatro anos, o processo dura em média seis meses e não é recomendável que ultrapasse o período de um ano e meio, para não perder a característica de passageiro. A atividade não deve, porém, ser confundida com consultoria. Nela, o executivo deve atuar ativamente, e não apenas aconselhar e orientar.

No caso de Moretti, ao trabalhar para uma companhia durante um certo um período de tempo, ele não cria vínculos trabalhistas com ela. Isso porque o executivo é funcionário de uma empresa que reúne gestores interinos, a Eksper. O contrato, portanto, é de prestação de serviço entre as duas organizações . Entretanto, há profissionais que trabalham interinamente por conta própria.

Na Triumph, onde a gestão interina durou quatro meses, a estratégia funcionou.  ”Foi um sucesso absoluto. A grande vantagem foi que o executivo não precisou de muito tempo para se adpatar e conseguiu entregar resultados a curto prazo. Conseguimos normalizar todo o apoio que o RH precisava dar às pessoas que trabalhavam na fábrica; conseguimos propor uma nova estrutura para a área e selecionar uma pessoa fixa para a vaga”, conta João Gomes da Silva, presidente da companhia para a América Latina.

Os riscos e os cuidados

Para garantir que o executivo terá a experiência necessária para conseguir compreender rapidamente os negócios da companhia, Moretti recomenda que os profissionais alocados sejam mais experientes do que a necessidade da empresa exige. Por exemplo: para atuar interinamente em um cargo de especialista, ele recomenda um profissional que já foi gerente; e para um cargo de gerência, alguém que já foi diretor. “Isso possibilita uma maior velocidade da compreensão dos negócios e da própria cultura da empresa”, defende.

Segundo o professor Pedro Zanni, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), a gestão interina pode ser uma opção eficiente até mesmo em cargos de presidência, desde que se tome mais alguns cuidados.

O primeiro deles é deixar claro que a atuação daquele profissional na empresa terá data para terminar   e quando isso irá acontecer. “Uma gestão interina sem horizonte de transição só gera incerteza”, afirma.

Em segundo lugar, de acordo com o professor, é preciso que se deixe claro como ocorrerá o processo de sucessão daquele executivo. “Alguém de dentro da empresa será treinado para ocupar o cargo? Haverá seleção? Se sim, ela será interna ou externa? É preciso passar a segurança de que aquilo é um processo planejado”, diz. Segundo ele, a falta de transparência nesses casos pode ocasionar disputas internas pelo poder na empresa, o que não é nada saudável.

As expectativas da organização quanto à atuação do executivo interino também precisam estar bem definidas. “Ele tem que saber o que se espera que ele faça, qual será o plano de trabalho, que objetivos ele deve cumprir”, afirma Zanni.

Além disso é necessário que o gestor prepare bem a equipe para dar continuidade aos seus projetos depois que ele deixar a empresa. “Ele também não pode tomar decisões que apresentem resultados no curto prazo, mas que comprometam a companhia no longo, como por exemplo cortar muito os custos e, com isso, minar as relações com os fornecedores”, diz o professor.

Fonte: www.exame.abril.com.br

O segredo do sucesso em 2014

Investir no desenvolvimento profissional pode ser o ponto de partida

» Cíntia Bortotto
Autora: Cíntia Bortotto
 
Muita gente me pergunta qual o caminho do sucesso. Ainda mais nesta época do ano. Um novo recomeço, tempo de parar e pensar no que queremos para nossas vidas, seja para o lado pessoal, seja para o lado profissional. Um conselho que sempre dou é: invista em seu desenvolvimento.
 
E investir em educação é um bom investimento? Eu diria que é o melhor deles. Além da amplitude de visão que pode proporcionar infinitas possibilidades, temos pesquisas que comprovam que, a cada nível de escolaridade formal que você avança, seu salário tende a dobrar. Isso significa que, investir em educação formal, é investir na tendência de aumento salarial.
 
A seguir, enumerei algumas dicas que podem lhe ajudar a decidir o melhor caminho a tomar:
 
1. Se você está no Ensino Médio, pode fazer orientação vocacional com um psicólogo. Converse com profissionais de todas as profissões que lhe agradam;
 
2. Se você já está trabalhando e cursando faculdade, comece pensar em desenvolver idiomas. Este item é mais importante do que uma pós-graduação. Faça primeiro inglês e depois espanhol, o terceiro idioma depende da área na qual você atua;
 
3. Se você já está trabalhando há algum tempo e precisa melhorar a liderança, busque treinamentos comportamentais. Eles começam a lhe fornecer base teórica para os comportamentos de um líder;
 
4. A educação formal não deve ser esquecida, de forma que, se você já está formado há um ou dois anos, busque especialização com uma pós-graduação na sua área de atuação;
 
5. Se você quer desenvolver rapidamente competências chave, então procure um coach, com formação séria em instituições credenciadas ao ICF (International Coach Federation). Normalmente são de dez a 12 sessões para desenvolver uma competência, com metodologia e foco;
 
6. Se você está começando a se expor em reuniões mais executivas, pois bem, para entender toda a terminologia dos negócios faça um MBA (Master Business Administration). Como o próprio nome diz, os que têm cunho voltado à administração e metodologias de gestão mais abrangentes normalmente são os que complementam melhor a formação do profissional;
 
7. Faça cursos de educação continuada, que servem para quem quer aprender sobre temas mais específicos; a FGV (Fundação Getulio Vargas) e a FIA (Fundação Instituto de Administração) oferecem bons temas para reflexão;
 
8. Organize-se financeiramente para qualquer curso que vai fazer. Para tanto, prepare-se com antecedência, negocie com a mulher ou marido se for o caso;
 
9. Guarde tempo na agenda. Além do tempo em sala de aula, reserve um período para as tarefas de casa, leituras e releituras. Sugiro que sempre tente fazer mini-projetos para o que você está aprendendo, assim você coloca em prática;
 
10. Aproveite o espaço de estudos para networking. Este é um ótimo ambiente para estabelecer relações. Faça benchmarketing e troque cartões.
 
Aproveite para dar uma virada em sua carreira investindo em sua formação em 2014. Siga confiante e boa sorte!
 
Cíntia Bortotto é psicóloga e consultora em recursos humanos.

Fonte:  www.callcenter.inf.br

Os 3 principais motivos pelos quais você toma decisões estúpidas

 

Não deixe que hábitos pessoais ruins se espalhem sobre seus hábitos de negócios

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Na maioria das vezes, o sucesso simplesmente se resume a não cometer erros. Se você não pode fazer algo brilhante, apenas não faça algo estúpido. E tomar decisões estúpidas realmente se resume a três coisas que você provavelmente está fazendo de forma errada.

1. Você toma decisões estúpidas quando não está financeiramente apto

Você não pode assumir riscos ousados se estiver acorrentado a más decisões financeiras. A má administração de suas finanças é a forma mais rápida de garantir que você nunca irá conquistar grandes objetivos para si mesmo.

Você não pode assumir os riscos que são necessários para se ter sucesso quando se tem que trabalhar em um emprego que odeia, pagar as contas, o cartão de crédito, o enorme pagamento do carro, as férias e todas as outras “necessidades” que você tem que ter.

Não é preciso ter todas essas coisas. E você sabe disso agora. Mas a realidade é que você está preso fazendo pagamentos. E estará assim por muitos meses e anos por vir. O que significa que não será capaz de começar a ter sucesso por muitos meses e anos.

Porque você não pôde se negar um pouco de prazer, terá que colocar seus sonhos em espera para garantir que não falhe por causa das más decisões que fez. Isso é meio estúpido, não é?

2. Você toma decisões estúpidas quando não está fisicamente apto

Você não consegue alcançar grande sonhos sem se exaurir. É difícil aguentar o stress físico do trabalho árduo e sono limitado. Você tem que ser um guerreiro, tanto mentalmente quando fisicamente, para conquistar.

Isso não significa que você precisa ser um super-vegetariano ou adotar hábitos alimentares que são chocantes. Mas significa que você precisa ser cuidadoso com o que usa para abastecer seu corpo. Você não pode reclamar sobre “não estar com tudo” quando está colocando comida ruim no seu corpo sem parar.

A mesma coisa se aplica aos exercícios. Um corpo forte permite que você sobreviva aos rigores de um longo dia de trabalho. Mas isso não é tudo, pois exercícios dão tempo para você pensar. Para inovar através dos obstáculos do seu caminho.

Você não poderá conquistar a grandeza se estiver sempre doente ou cansado. Você não poderá levar seu negócio além se não conseguir levar seu corpo além.

3. Você toma decisões estúpidas quando não está mentalmente apto

Você não poderá conquistar seus sonhos se não conseguir conquistar seus demônios. Os demônios na sua cabeça.

É fácil deixar o medo, a dor e as más experiências passadas se acumularem na sua mente. Isso é o que acontece naturalmente. A não ser que você constantemente tire um tempo para guardar o que você acha de si mesmo, acabará mentalmente no menor denominador comum. O que nunca é bom para o futuro.

Em vez de se inspirar nas possibilidades de superar os complexos obstáculos no seu caminho, tudo em que você pode pensar é no que as outras pessoas pensam sobre você ou “como isso pode falhar”. Nada disso é saudável.

E, como todas as jornadas, se você não puder ver um caminho à frente, não encontrará seu caminho para casa. Se não pode pensar criativamente além dos obstáculos mentais durante o seu dia, não encontrará a descoberta criativa que precisa para conquistar o sucesso.

Você não pode fazer coisas surpreendentes sem uma mentalidade surpreendente. Pensamentos estúpidos podem estar matando seu sonho.

Não tome decisões estúpidas. Não deixe que hábitos pessoais ruins se espalhem sobre seus hábitos de negócios. Não deixe que pensamentos pessoais ruins se tornem pensamentos ruins de negócios.

Fique em forma. Comece a pensar diferente. Viva diferente. Gaste diferente. Você pode se encontrar fazendo algo brilhante, afinal.

Tradução: Lívia Pereira

Fonte: www.administradores.com.br