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“6 ensinamentos de uma reprovação na seleção de trainee”

Confira as reflexões e aprendizados que uma reprovação em seleção para trainee pode trazer para os candidatos.

São Paulo – Derrotas e fracassos ensinam, e muito. Ser preterido na seleção de um programa de trainee é frustrante, mas pode trazer bons ensinamentos que o jovem profissional pode aproveitar durante toda a sua trajetória de carreira. Sobretudo para os candidatos que chegam às etapas mais avançadas, de dinâmicas e painéis com executivosdas empresas.

E é isso que EXAME.com foi investigar com a equipe da consultoria Seja Trainee. Confira as principais lições que, via de regra, os candidatos tiram das reprovações nos concorridíssimos processos seletivos para trainees das empresas:

1 Autoavaliação

Onde eu errei? A reflexão sobre o que deu errado é o primeiro passo. Para isso, os jovens empreendem uma autoanálise da sua atuação durante testes, dinâmicas e painéis com os executivos da companhia.

“A primeira lição é aprender a se autoavaliar”, diz Luis Abdalla, presidente da Seja Trainee. De acordo com ele, a reprovação provoca essa avaliação no sentido de refletir se a atuação durante o processo foi condizente com o que ele tem a oferecer para as empresas.

2 Autoconhecimento

Nesta etapa, o jovem também passa a se conhecer mais porque começa a perceber qual o seu estilo de atuação profissional. “A pergunta mais frequente entre os interessados em uma vaga de trainee é qual o perfil dos aprovados, quando na verdade existem muitos candidatos que sequer conhecem o seu próprio perfil”, diz Abdalla. E ter noção do seu perfil é essencial para o terceiro aprendizado que uma reprovação traz.

3 Amadurecimento das escolhas profissionais

A decepção decorrente da reprovação pode ser positiva para aqueles jovens que aproveitarem o momento para pensar nas escolhas de carreira.

Na ânsia de conquistar uma vaga, muitos se inscrevem em processos de empresas que não fariam tanto sentido assim para a vida profissional deles.

“Esse amadurecimento é em relação às escolhas feitas. A reprovação estimula o candidato a trainee a refletir se o tempo investido naquele processo valeu a pena ou não”, diz Abdalla.

Investigar as motivações que o levaram a disputar uma vaga é um comportamento essencial para descobrir o que o jovem quer em termos de carreira profissional. Vale tentar de novo no ano que vem? Esta é realmente a sua empresa dos sonhos para trabalhar?

Pensar nisso é importante porque vai permitir que o jovem passe a valorizar as suas escolhas de carreira, segundo Abdalla. “Ás vezes ele escolhe a empresa pelo que a marca representa no mercado”, diz ele lembrando que é preferível que a escolha seja ancorada no planejamento de carreira.

4 Menos é mais

Pensar nas escolhas resulta em outro aprendizado essencial para quem deseja ser trainee: menos é mais. Ou seja, quanto mais foco nos processos certos, aqueles realizados pelas empresas para as quais o jovem realmente quer trabalhar, maiores são as chances de aprovação.

“É comum que no primeiro ano, o jovem se inscreva em 20 ou até 30 processos, aí já mais maduro, no segundo ano de tentativa ele se inscreve em 4 ou 5, dos quais ele realmente quer participar e acaba sendo aprovado porque está mais focado e sabem mostrar porque está ali”, lembra Abdalla.

5 Contato com a cultura organizacional

Participar de uma seleção para trainee é uma oportunidade para descobrir a cultura organizacional da empresa. “Ele vai entender a cultura, conhecer o corpo executivo e os demais profissionais, ter contato com o segmento de atuação”, lembra Abdalla.

Ambiente competitivo ou colaborativo, estilo de gestão, flexível ou rígido, e o peso da hierarquia na estrutura organizacional são alguns dos muitos aspectos que ficam mais claros para o candidato.

“O jovem começa a pesquisar a empresa e vai descobrindo se ela está coerente com o que ele quer”, diz Andressa Rotondaro, que é consultora da Seja Trainee.

Ela lembra que, para isso, o autoconhecimento é fundamental. “Quando a pessoa não se conhece fica sem parâmetro”, diz. Não se esqueça: caso não haja aderência entre o seu perfil e o da empresa, a reprovação deve até ser encarada como alívio.

6 Atitude estereotipada não funciona

Se o processo seletivo é Natura, repetir a palavra sustentabilidade como um mantra não vai resolver nada em termos de aprovação. Comportamentos e atitudes estereotipados não funcionam, de acordo com Andressa. “É muito mais importante demonstrar o seu melhor, valorizando pontos fortes”, diz a consultora.

“Ás vezes vemos vídeos e percebemos estes estereótipos. Por exemplo, dizer que adora inovação e que tem post-its pela casa inteira só porque está participando de um processo seletivo de trainee na 3M”, diz Abdalla.

Fonte: exame.abril.com.br

“Saiba como se comportar na hora de buscar uma vaga”

Consultoria destaca ações que comprometem a sua atuação num processo seletivo.

A Page Personnel, empresa de recrutamento do Grupo Michael Page, fez um levantamento sobre as principais atitudes que você não deve ter na hora de buscar uma nova vaga. “Não existe a fórmula ideal para encontrar a oportunidade de sua vida, ou para ser encontrado por ela. O que posso afirmar é que algumas atitudes podem ajudar muito mais se não forem feitas na hora da busca pela oportunidade”, afirma Sergio Sabino, diretor de Marketing do Grupo Michael Page para a América Latina.

Veja a seguir o que evitar para não causar uma má impressão ao recrutador:
1 - Mandar o currículo para oportunidades completamente diferentes mostra falta de objetivo. Ao agir assim, parece que você não sabe muito bem o que quer. É importante avaliar o seu currículo, perceber seu momento de vida e as experiências acumuladas para se candidatar de acordo com as suas qualificações e a sua trajetória profissional.
2 - Muito mais do que o currículo é avaliado na hora da contratação – o comportamento é fundamental. Ter uma postura amiga e informal demais pode influenciar negativamente, além de demonstrar falta de profissionalismo e imaturidade. Uma entrevista é uma reunião de negócios. Você está lá para vender seu conhecimento e suas características para a posição.  Busque sempre o equilíbrio entre ser formal e agradável.
3 - É natural certa demora para receber um retorno da entrevista. Procure administrar a ansiedade e aguardar alguns dias antes de fazer um contato.
4 - Assim que você atendeu o telefone de um headhunter , o processo seletivo está valendo. As entrevistas por telefone não valem menos do que as presenciais. Se você não puder dar a devida atenção ao recrutador naquele momento, combine um horário para falar com calma.
5 - Saiba exatamente o que você pode oferecer e não superestime suas competências. Transparência em relação aos conhecimentos técnicos, idiomas e habilidades comportamentais é fundamental na busca de um emprego.

Fonte: msn.clickcarreira.com.br

“Mulheres e Homens têm diferentes prioridades na busca por emprego”

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Na hora de procurar um emprego, equilíbrio entre vida pessoal é profissional é prioridade para mulheres, enquanto homens estão mais focados emoportunidades de progressão. É o que revela um estudo da Randstad nos Estados Unidos.

Embora salários e benefícios sejam os fatores mais importantes para ambos os gêneros, o levantamento mostrou que aquilo que homens e mulheres procuram em um novo emprego são significativamente diferentes. Aproximadamente 40% das mulheres entrevistadas consideram flexibilidade um importante atributo. Apenas 26% dos homens concordam.

Além disso, 42% dos homens entrevistados disseram estar em busca de oportunidades para crescer, entre as mulheres foram 36%. O levantamento mostrou também que para 44% das mulheres e 35% dos homens o local de trabalho é bastante relevante.

Quanto a “saúde” financeira da companhia, 35% dos homens e 28% das mulheres avaliam como um fator importante.

O levantamento ouviu sete mil estudantes e profissionais empregados e desempregados com idades entre 18 e 65 anos nos EUA.

Fonte:revistavocerh.abril.com.br

“O salário médio dos alunos de MBA de 18 países”

Confira os vencimentos anuais dos estudantes de MBA e quanto eles esperam ganhar após concluírem o curso, de acordo com pesquisa realizada pelo site TopMBA.

Após a formatura, a expectativa é que o salário aumente bastante, segundo a pesquisa

 

São Paulo – Os salários médios anuais de alunos de MBA estão menores neste ano. É o que revela uma pesquisa realizada com estudantes de 18 países, pelo site TopMBA.com. A média de salário anual caiu em 14 países. A expectativa de aumento de salário após a obtenção do diploma também caiu entre estudantes de 9 países.

No entanto, o sonho de um vencimento mais vantajoso continua incluindo salários de 6 casas decimais para grande parte dos estudantes. De 18 nacionalidades consultadas, 13 esperamganhar por ano salários desta ordem.

Os alunos indianos de MBA, por exemplo, esperam mais do que quadruplicar seus salários após a graduação. Russos também acreditam que terão aumento de 389% em seus rendimentos anuais após o término do curso. Confira a tabela completa:

País Salário médio em 2012 (US$) Expectativa de salário após o MBA (US$) % de alta esperada Salário médio em 2013 (US$) Expectativa de salário após o MBA (US$) % de alta esperada Diferença entre 2012 e 2013 (%)
Canadá 59.000 140.000 237% 58.000 126.000 218% -19,10%
China 35.000 128.000 369% 35.000 121.000 345% -23,60%
França 49.000 124.000 252% 42.000 98.000 235% -17,10%
Alemanha 66.000 132.000 199% 58.000 141.000 244% 45,10%
Índia 27.000 120.000 452% 24.000 112.000 469% 17,20%
Itália 37.000 103.000 280% 32.000 120.000 379% 98,80%
Japão 60.000 123.000 204% 63.000 144.000 228% 23,70%
Cazaquistão 25.000 137.000 545% 26.000 79.000 301% -244%
Malásia 32.000 101.000 317% 24.000 88.000 362% 45,20%
Nigéria 32.000 103.000 319% 21.000 80.000 381% 62,50%
Rússia 50.000 168.000 338% 37.000 144.000 389% 51,40%
Cingapura 52.000 131.000 251% 45.000 117.000 257% 5,90%
África do Sul 33.000 162.000 489% 32.000 112.000 387% -101,80%
Coreia do Sul 40.000 144.000 362% 26.000 60.000 235% -127%
Suíça 66.000 206.000 315% 82.000 200.000 245% -69,30%
Estados Unidos 61.000 153.000 253% 58.000 140.000 240% -12,70%
Reino Unido 55.000 138.000 248% 54.000 153.000 282% 33,60%
Emirados Árabes 46.000 145.000 317% 38.000 102.000 271% -46,20%

http://exame.abril.com.br

“IPEA divulga estudo sobre perspectivas profissionais para nível técnico e superior”

Os ganhos salariais aumentaram 10 e 16% respectivamente, entre os anos de 2009 e 2012.

Entre os anos de 2009 e 2012 foram gerados mais de 400 mil postos de trabalho para técnicos de nível médio. Os cursos técnico apresentam uma alternativa para aqueles que almejam uma rápida inserção no mercado de trabalho. O grupo de técnicos da ciência e da saúde humana – formado por técnicos e auxiliares deenfermagem, técnicos em próteses ou em imobilizações ortopédicas, técnicos em odontologia, técnicos em óptica e em optometria, e tecnólogos e técnicos em terapias complementares e estéticas – foram os que mais viram as oportunidades de emprego expandirem nesse período. A cada cem novas vagas abertas, entre 24 e 25 foram para essa área. É o que revela o estudo “Perspectivas profissionais – nível técnico e superior”, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplica (IPEA) nesta quarta-feira (03).

As oito áreas que mais empregaram e representam um quinto desses novos postos de trabalho contemplam os técnicos da ciência da saúde humana; técnicos em eletroeletrônica e fotônica; técnicos de nivel médio em operações comerciais; técnicos das ciências administrativas; professores de nível médio na educação infantil, no ensinofundamental e no profissionalizante; técnicos em informática; e Instrutores e professores de escolas livres.

A maior parte desses empregos se concentra nas regiões Sudeste e Sul e nos três estados de maior economia do Nordeste: Bahia, Pernambuco e Ceará. Contudo, uma ascensão mais significativa de oportunidades para técnicos da saúde humana nas regiões de Alagoas, Amazonas, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins, e o mercado de trabalho de professores de nível médio na educação infantil, no ensino fundamental que, no Alagoas e no Paraná, tiveram alta participação no saldo de empregos desses estados, ganham destaque.

Já no nível superior, foram gerados mais de 300 mil novas oportunidades e, pelo menos dezesseis em cada cem, empregaram analistas de tecnologia da informação. Tal profissão revela a maior expansão em termos de geração deempregos: foram 49 535 posições. Em segundo lugar ficaram os enfermeiros e afins (nove em cada cem).

Com relação a localidade geográfica, parte significativa desses postos de trabalhos foram nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Enquanto analistas de tecnologias da informação se destacaram na região Sul, em São Paulo e no Distrito Federal, farmacêuticostiveram alta demanda em nas regiões Norte e Nordeste. Um nicho de empregabilidade para rofissionais de relações públicas, publicidade, mercado e negócios, se apresentou no Acre, Amazonas e em Roraima. Quanto aos enfermeiros e afins, com demanda por todo o país, destaca-se a intensa procura em regiões da Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Tocantins e Acre.

Através de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o estudo avaliou, também, os profissionais de nível médio e superior com maiores ganhos salariais.

O salário médio dos profissionais de nível técnico se mateve de forma favorável durante o período analisado – 2009 a 2012 -, apresentando ritmo de crescimento salarial acelerado. passando de cerca de R$ 1 280, em janeiro de 2009, para cerca de R$ 1 410, em dezembro de 2012, ou seja um ganho cerca de 10% acima da inflação.

Quanto ao nível superior, algumas ocupações, embora tenham sido destque na geração de emprego nesse período, apresentaram pequena variação salarial ou, até mesmo, perdas na remuneração. É o caso dos analistas de tecnologia da informação e enfermeiros e afins.

As ocupações de nível superior apresentaram, em média, ganhos mais expressivos que as dos técnicos de nível médio, com 16% nas carreiras típicas desse nível.

Fonte: http://revistavocerh.abril.com.br

“Contratação de pequenas empresas cresce 28% em maio”

Os pequenos negócios foram responsáveis pela contratação de 80.277 pessoas em maio. O número representa um crescimento de 28%, se comparado com o mesmo período do ano passado. De acordo com os dados divulgados pelo Sebrae, as companhias de tamanho médio reduziram o efetivo em 11 mil empregados.

As micro e pequenas empresas do Sudeste foram as que mais contrataram. Ao todo, foram abertas 48.863 vagas na região. No Nordeste, surgiram cerca de 13 mil oportunidades.

Assim como no mês de abril, o setor de serviços foi o principal responsável pela geração deempregos com quase 35 mil vagas – 43% do total.

Os negócios de agropecuária contrataram quase 21 mil pessoas no período. A construção civil ficou em terceiro lugar no ranking setorial, com 13.491. O comércio e administração de imóveis, transportes, alojamento, comunicação e alimentação recrutaram juntos 27,5 mil.

O estudo do Sebrae é promovido mensalmente com base em dados do Caged (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego), do Ministério do Trabalho.

Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br

“Empresas oferecem cerveja grátis no escritório, mas prática pode ser arriscada”

Durante a entrevista para uma vaga na Printi, uma gráfica que aceita pedidos via internet, Thiago Duarte, 32, foi informado de que teria benefícios comuns como vale refeição e também um inusitado: cerveja à disposição.

Duarte, que foi contratado como analista de planejamento e controle de produção, havia trabalhado por seis anos em uma companhia de impressões tradicional e nunca pode ingerir bebidas alcoólicas no trabalho.

“Estranhei um pouco. Apesar disso não ter sido fundamental para aceitar o trabalho, mostrou que a empresa dá liberdade aos funcionários”, lembra.

O caso de Duarte não é único. Empresas no Brasil estão adotando a prática de levar o “happy hour” para dentro do escritório.

Os empresários afirmam que isso faz com que o ambiente de trabalho fique mais descontraído e a equipe mais unida. Mas especialistas dizem que a medida deve ser adotada com precaução, em razão dos riscos do álcool para a saúde.

O alemão Mate Pencz, 26, presidente-executivo da Printi, estudou nos Estados Unidos e trabalhou no Vale do Silício (Califórnia).

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“Usar a cerveja como benefício é muito comum lá. Quis trazer isso para cá, como forma de estimular a descontração após um dia todo de foco”, afirma.

A bebida fica disponível em uma geladeira, abastecida também com refrigerante.

Nas empresas, essa liberdade é tratada como um benefício, uma forma de deixar o funcionário mais confortável ou motivado.

Irandy Marcos da Cruz, especialista em carreiras e gestão e professor da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista), diz que um dos grandes desafios das companhias hoje é encontrar o melhor estímulo para os empregados.

“Para um jovem trabalhador de uma empresa de tecnologia, uma cesta básica pode não significar nada. Provavelmente ele vai preferir itens lúdicos, que ajudem na sua formação profissional ou promovam bem-estar.”

Outro fator fundamental é que esse estímulo seja coerente com os valores da companhia.

“A cerveja só combina com organizações menores, com hierarquias menos rígidas e que envolvam criação. Mas vale ressaltar que o funcionário vai ser cobrado do mesmo jeito”, afirma Cruz.

ANTES DO BRINDE
Na agência de marketing digital Cadastra desde 2011 existe a Beer O’ Clock (hora da cerveja, em tradução livre). Todas as sextas-feiras a partir das 17h é permitido tomar cerveja no escritório.

Thiago Bacchin, 32, presidente-executivo da companhia, diz que vê melhora nos laços de amizade da equipe por causa da ação. Mas há uma série de precauções.

“Antes de implantar o projeto, perguntamos aos funcionários se havia alguma restrição de saúde ou religiosa com o álcool. E só compramos uma ‘long neck’ por pessoa.”

Para Irene Azevedo, professora de liderança da BBS Business School, a bebida alcoólica também não pode ser encarada como o único benefício alternativo a ser concedido.

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“O horário flexível, a permissão para deixar a mesa do jeito que se quer e a liberdade para dar sugestões são exemplos simples de uma liderança mais aberta. Sem ela, oferecer cerveja é uma bobagem”, diz.

Ela lembra que na França é normal as empresas permitirem que os empregados tomem vinho nas refeições.

“No Brasil isso é uma novidade, mas o ponto central é o líder entender o que realmente motiva seu liderado.”

O americano Joshua Kempf, 27, é outro que trouxe a cultura da “cerveja corporativa” para o Brasil quando fundou o Gaveteiro, uma loja virtual de itens para escritório, no ano passado.

A bebida é consumida no fim de cada dia, normalmente com salgadinhos. A reunião é aberta para clientes, investidores e convidados.

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“É muito difícil medir o resultado desse tipo de medida. Mas é claro que criar ocasiões para que as pessoas troquem ideias ajuda na inovação”, defende.

Daniela Baeta, 36, vendedora da empresa, considera que outro ponto positivo da iniciativa é minimizar a dificuldade de reunir os colegas de trabalho.

“Marcar uma confraternização em São Paulo é complicado por causa da falta de tempo e da dificuldade de se locomover. Aqui não temos essa desculpa”, afirma.

A facilidade para se comunicar, contar uma piada em horas de tensão ou mesmo trabalhar feliz com o colega ao lado é o que Marcos Garcia Júnior, 31, cita como ganhos dessa estratégia.

Ele é gerente de marketing da Infinity, que presta serviços de administração para o mercado de entretenimento.

“Bebemos de quinta ou sexta-feira, no fim do dia, ouvindo música e cantando em um espaço com árvores. Acabamos conhecendo melhor cada um dos colegas.”

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Esse otimismo não é compartilhado por todos. Luiz Edmundo Rosa, diretor de educação da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), afirma que os problemas relacionados à dependência do álcool geram um risco grande que elimina as possíveis conquistas.

“O álcool é uma droga e o organismo de cada pessoa reage de uma forma a ele. Ele pode sim causar dependência, acidentes e violência para algumas pessoas”, afirma.

MEDIDA PERIGOSA
A OIT (Organização Internacional do Trabalho), por exemplo, estima que as drogas causam 20% dos acidentes de trabalho no mundo.

Além disso, Rosa lembra que a Justiça do Trabalho no Brasil costuma ser favorável aos trabalhadores, o que pode trazer grandes prejuízos às empresas.

“Um funcionário com problemas de alcoolismo ou que foi demitido pode alegar que foi induzido a beber e processar a companhia.”

Como alternativas para oferecer descontração no escritório ele sugere atividades como técnicas de respiração, meditação, ioga e exercícios físicos.

Não existe previsão legal quanto à ingestão de álcool em ambiente de trabalho no Brasil. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), no entanto, afirma no artigo 482 que “embriaguez habitual ou em serviço” pode causar demissão por justa causa.

Para Daniela Yuassa, advogada da área trabalhista do escritório Stocche Forbes, as companhias que oferecem cerveja no escritório têm que estabelecer políticas claras e amplamente divulgadas. Deve-se estabelecer limites de consumo por empregado, além de dias e horários.

Ela também aponta que, como essa prática tende a não ser unânime, é importante deixar claro que trata-se apenas de uma opção, e não uma obrigação.

Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br/

“Confira os 4 pecados mais comuns de um entrevistador”

Não é só o candidato que precisa se preparar para uma entrevista de emprego.

O avaliador também deve estar preparado, afirma Paulo Mendes, 35, sócio-fundador da consultoria de recrutamento 2Get.

“Um erro comum é se deixar levar pela primeira impressão e tomar a decisão em 15 minutos. Para não errar, é preciso pedir referências.”

CHEGAR DESPREPARADO
Vá preparado para entrevistar. É importante saber um pouco sobre o candidato para quebrar o gelo. Estude as experiências dele, o tempo em cada empresa e os hobbies. Mostre que sabe quem é a pessoa

FALAR DEMAIS
Falar mais que o entrevistado, no estilo Jô Soares, é um problema. Se você diz muito sobre os desafios da vaga e do negócio, dará munição para o candidato. Ele vai dizer o que acha que você quer ouvir

QUERER AJUDAR
Não antecipe possíveis respostas e nem ajude o candidato a pensar, em uma tentativa de fazer com que ele acerte a resposta. O melhor é fazer perguntas genéricas, para não direcionar a entrevista

FICAR ENTUSIASMADO
Se você gostou do profissional, mantenha-se frio, sem esboçar reações. É comum que as pessoas parem de avaliar o entrevistado por achar que ele é o ideal. É preciso checar as referências primeiro.

Fonte:http://classificados1.folha.com.br/