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“Perfil ético dos profissionais brasileiros”

Quase 70% dos entrevistados podem agir de forma ética ou antiética de acordo com as circunstâncias.

Um levantamento inédito sobre o perfil ético dos profissionais brasileiros revelou que 56% dos colaboradores só denunciariam atos antiéticos cometidos por colegas de trabalho se fossem incentivados pela organização.A pesquisa levou em conta o comportamento dos profissionais diante de dilemas sobre a ética como a denúncia, convívio, atalho, furto, suborno, presente e informação, além de analisar as variáveis de gênero, maturidade, escolaridade, faixa salarial e hierarquia.

O relatório bienal 2010/2012 desenvolvido pela consultoria ICTS ouviu mais de 3 200 profissionais de 45 empresas privadas. Desse total, 72,2% dos respondentes são do sexo masculino e 27,8% são mulheres.

O estudo revela que metade dos entrevistados tende a adotar atalhos antiéticos para atingir suas metas. Além disso, 38% aceitaria suborno para beneficiar um fornecedor dependendo das circunstâncias. O índice se torna ainda mais elevado para o perfil masculino, adulto e não graduado (43%).

A aceitação de presentes também foi levada em conta na pesquisa: 40% dos profissionais beneficiariam um fornecedor em troca de brindes.

Ainda segundo o estudo, 28% dos profissionais tendem a utilizar informações confidenciais para proveito próprio ou para terceiros, sendo que gestores adultos e graduados (32%) são ainda mais propensos a este tipo de atitude.

Ainda assim, de acordo com a pesquisa, apenas 11% das pessoas não seguem o código de ética da empresa. Contudo, somente 20% o fazem e os outros 69% são flexíveis e podem atuar de ambas as formas de acordo com as circunstâncias.

Fonte: http://revistavocerh.abril.com.br

“Adaptação à cultura da empresa é o principal desafio para profissionais brasileiros”

Para quase metade dos profissionais brasileiros o principal desafio ao entrar em um novo emprego novo consiste na adaptação à cultura da empresa. É o que revela a pesquisa global da Robert Half, realizada com 1 775 diretores de recursos humanos de 18 países – 100 deles no Brasil.

Segundo o levantamento adaptar-se aos procedimentos (25%) e aprender a usar novas tecnologias (16%) são as outras duas preocupações mais comuns em um trabalho novo.

Quanto a retenção dos talentos, os três principais motivos apontados pelos colaboradores para continuar dentro de uma organização foram: salários/benefícios; possibilidade de crescimento na carreira; e qualidade de vida.

Fonte: http://revistavocerh.abril.com.br

“Bem mais do que colegas de trabalho”

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“Veja o que fazer (e o que não fazer) para o namoro não queimar o seu filme na empresa”

Quem não quer encontrar a outra metade da laranja, não é mesmo? Pode ser na balada, na faculdade ou até mesmo no trabalho. Mesmo sem a intenção, as empresas contribuem para o surgimento de novos relacionamentos amorosos. “Ao passar horas do dia juntos é natural que os profissionais compartilhem os momentos de suas vidas, criem laços afetivos, comecem a se conhecer melhor e a se envolver”, afirma Fernanda Montero, consultora da Cia de Talentos.

Os educadores físicos Roberto Alves e Amélia Corrêa se conheceram no ginásio da empresa em que trabalham. No início eram apenas colegas de trabalho. Depois, como amigos, passaram a sair juntos. Um dia, Roberto sinalizou o interesse que tinha pela professora. “Me lembro como se fosse hoje, estávamos numa praça e falei pra ela que estava gostando dela. A Amélia ficou sem reação, mas acabou aceitando meu pedido de namoro”, diz ele.

Logo o casal ficou preocupado com a situação na empresa e decidiu que cada um iria contar para o chefe sobre o namoro. “Nós comunicamos os nossos diretores e eu pedi para que o assunto não fosse abordado com os demais funcionários”, conta Amélia.

O par também combinou que evitaria qualquer demonstração de afeto durante a jornada de trabalho. “Preferimos restringir determinadas atitudes, para poupar nosso relacionamento e nossa imagem profissional de