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Empresário brasileiro é o segundo com mais dificuldades para contratar.

A dificuldade dos empregadores para preencher vagas ainda é alta. Segundo estudo feito pelo ManpowerGroup, empresa de gestão e contratação de pessoas, 68% dos pesquisados do Brasil enfrentam o problema, quase o dobro da média global de 35%.

O país apareceu em segundo lugar no ranking e ficou atrás apenas do Japão, 85%. Empresários da Índia, 61%, Turquia, 58%, e Hong Kong, 58%, também relataram que está difícil renovar o quadro de funcionários.

A pesquisa foi feita com cerca de 40.000 empregadores em 42 países e regiões durante o primeiro trimestre de 2013.

O levantamento também mostrou que a dificuldade em contratar profissionais qualificados traz impactos para as organizações. O principal deles, segundo entrevistados, é a redução da capacidade para atender adequadamente os clientes, relatada por 43% dos empregadores. Além disso, 39% dizem que a falta de pessoas reduz a competitividade e produtividade em geral.

Para 25%, resulta no aumento da rotatividade de pessoal, enquanto 22% acreditam que a escassez pode reduzir a criatividade e a inovação.

“Encontrar o talento certo para atender às necessidades de negócios continua a ser um desafio crítico no Brasil, já que as empresas indicam a falta de mão de obra qualificada como um fator que impacta no desempenho”, disse em nota o CEO do ManpowerGroup Brasil, Riccardo Barberis.

Entre os motivos mais comuns para os recrutadores que não conseguem preencher funções, está a falta de competências técnicas e habilidades mensuráveis com 34%, a simples falta de candidatos com 32% e a falta de experiência com 24%.

Cargos mais difíceis de preencher no Brasil

  • Técnicos
  • Operadores de produção
  • Contadores e profissionais de finanças
  • Trabalhadores de ofício manual
  • Operários
  • Engenheiros
  • Motoristas
  • Atendentes de telemarketing, assistentes administrativos, auxiliares de escritório e secretárias
  • Representantes de vendas
  • Mecânicos

Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br

Quem fala bem em público tem mais chance de ser promovido.

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Veja por que essa competência é essencial para sua carreira e como você pode desenvolvê-la para se destacar no mercado de trabalho.

Timidez, insegurança e medo de cometer gafes. Estes são os principais motivos que levam a maioria das pessoas ao desespero no momento de expor suas ideias para um grupo. A situação é tão preocupante que, entre 10 mil australianos, um terço prefere a morte a falar em público, segundo pesquisa realizada no ano passado.

Mas o que é considerado um bicho de sete cabeças para muitas pessoas é uma competência pra lá de importante na vida pessoal e no cenário corporativo. “Oitenta e cinco por cento das pessoas que procuram cursos de oratória querem aprimorar essa competência para o desenvolvimento profissional”, diz Reinaldo Polito, mestre em Ciências da Comunicação, palestrante e professor de expressão verbal.

Para começar e para liderar - Antes de tudo, uma comunicação eficaz pode ajudar a garantir sua vaga no processo de seleção. “O candidato que se apresenta e expõe de forma clara e segura suas experiências e objetivos profissionais mostra que tem uma competência valiosa”, afirma Taís Amaral, consultora da Cia de Talentos.

Para quem pretende assumir cargos de liderança, então, a recomendação é ainda mais direta: não há como ser um líder se não souber falar em público. “Essa habilidade é necessária para motivar equipes, prospectar clientes e gerar lucros”, diz ela.

Marketing pessoal - Além disso, lembra Polito, quem expõe bem uma ideia está sempre fazendo propaganda pessoal. “O profissional que fala de forma clara sempre é convidado para representar a empresa e, com isso, recebe mais chances de mostrar serviço e ser promovido”, diz ele. Sem contar que o fato de você saber se comunicar pode ser um aliado e tanto na hora de lidar com problemas. Mesmo quando surgem alguns obstáculos, o bom comunicador não se inibe porque sabe que pode usar a comunicação a seu favor para buscar uma solução.

Aprimorando o que você faz melhor - O primeiro passo para quem quer melhorar a a capacidade de falar em público é descobrir qual é o ponto forte da sua comunicação. “Se você é um bom contador de histórias, aprimore essa competência, já se a sua qualidade é discursar, você deve aperfeiçoar este potencial”, afirma Polito.

A regra geral para mandar bem em um discurso em público é controlar o medo e preparar o conteúdo. Lembre-se: pesquisar sobre o assunto, organizar as ideias, praticar as falas e acreditar em si mesmo são técnicas infalíveis. “Quando o comunicador fica seguro, o medo diminui e faz com que a adrenalina se transforme em energia para a realização de um bom discurso”, diz Polito.

Além da gramática - Outro ponto interessante de ser lembrado é que a comunicação competente não significa falar corretamente, mas saber vender o seu peixe. Às vezes, o comunicador não tem uma qualificação técnica para o diálogo, mas consegue cativar as pessoas. Quer um exemplo? “O ex-presidente Lula. Apesar de cometer erros gramaticais durante os discursos, ele conseguia envolver a todos e fazer-se compreender”, diz o professor.  Isso não significa que você que pode sair por aí assaltando a gramática e achando que está tudo bem, ok? Dependendo do seu público e do objetivo do seu discurso, erros de português podem queimar seu filme de forma irreversível.

Auto-avaliação - Existe um jeito bem simples de saber se você fala bem. Preste atenção em uma roda de conversa no trabalho ou na faculdade. Durante o bate papo, repare quantas pessoas se afastaram ou se aproximaram. “Dessa forma, a pessoa consegue perceber se é bom de papo e se seus colegas gostam ou não de ouvi-lo”, afirma Polito.

Sentindo na pele - Quando tomou consciência de que esse era um ponto fraco para seu desenvolvimento profissional, o estudante de Administração Felipe Monteiro resolveu desenvolver sua comunicação e se inscreveu em curso de expressão oral. “Como na área administrativa há muitas apresentações, eu resolvi me matricular para desenvolver minha carreira”, conta.

Antes do curso, ele tinha pavor de expor suas ideias no trabalho e na faculdade. “Hoje sei como controlar a timidez, interagir com o público e como devo falar durante as apresentações”, conta o estudante.

Felipe recomenda a experiência a todos, especialmente para os que estão em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. “Recentemente, fui aprovado em um processo seletivo. Passei por dinâmicas e três entrevistas com os gestores e com segurança consegui me expressar e ser contratado”, diz ele.

Fonte: http://msn.clickcarreira.com.br

Falta de autonomia desmotiva jovens profissionais, diz estudo.

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Confira os itens que mais incomodam estagiários e trainees no ambiente corporativo e dicas para driblar a frustação.

A ausência de liberdade para executar tarefas é a principal queixa de estagiários e trainees no ambiente de trabalho. É o que revela estudo realizado pela Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel, dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees. De acordo com o levantamento, 35% dos jovens informaram que a falta de autonomia é o item que mais o desmotiva no emprego.

Segundo Manoela Costa, gerente da Page Talent no Brasil, os profissionais em início de carreira têm o sonho de começar no ambiente corporativo já ocupando posições estratégicas. “Eles querem ter a liberdade de executar o próprio trabalho, mas ao mesmo tempo, sentem que precisam de supervisão e acompanhamento – e se sentem inseguros ao executar as atividades a sós”.

Para 34% dos jovens, ser alocado em uma área pela qual não tem interesse, mesmo que por tempo determinado, foi o segundo item de maior desmotivação. Por último (31%), ideias desenvolvidas por outras pessoas, a mando do seu chefe, foi o item que menos incomodou estagiários e trainees.

Para que não haja um conflito entre os interesses desses jovens que acabaram de entrar no mercado de trabalho e o que realmente conseguem executar, Manoela Costa recomenda algumas dicas para que os estagiários possam se manter motivados no trabalho e mostrar que realmente estão preparados para o desafio:

Venda suas ideias - Quando trouxer uma ideia, sempre a traga com embasamento. Pensou? Precisa conseguir executar. Para isso, traga detalhes sobre como, quando, com que ferramentas e recursos você conseguiria colocar essa ideia em prática. Com isso você consegue estar mais próximo da execução do seu projeto.

Mostre-se interessado pela área em que desejar atuar - Deixe claro porque uma área é melhor para você do que outra. Tente provar que seu conhecimento se assemelha às necessidades dessa área, busque informação, se mantenha atualizado e, sempre que possível, distribua informações relevantes sobre o mercado específico que mais te interessa. Com informação, é mais provável que seus superiores acabem concordando com você.

Seja proativo - As duas dicas acima ajudam muito para que você consiga adquirir autonomia, aos poucos. Mas, além disso, é importante que você se antecipe as problemas e busque as melhores formas de solucioná-los antes que seu superior exija isso de você. Ser proativo e saber reconhecer o que merece maior ou menor atenção dá ao seu gestor mais confiança para que você possa começar a tocar seus projetos sem supervisão.

Fonte: http://msn.clickcarreira.com.br

Desemprego fica em 5,8% em abril, menor taxa para o mês desde 2002″

Após ter atingido o menor percentual para o mês de março em 11 anos, a taxa de desemprego manteve-se em patamar baixo em abril, de 5,8%, e foi novamente um recorde para o mês desde o início da série do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em março de 2002.

No mês anterior, a taxa havia ficado em 5,7%. Em abril do ano passado, a taxa foi de 6%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (23) pelo IBGE.

Mapa interativo mostra a evolução do emprego formal em SP; veja

O total de pessoas desocupadas nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE –Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo– foi estimado em 1,4 milhão, não apresentando variação significativa tanto na comparação mensal quanto na anual.

Apesar do desemprego estar em nível baixo, a população ocupada apresentou a quinta taxa negativa na comparação mensal. Em abril, a população ocupada somou 22,906 milhões, ante os 22,922 milhões de março.

“Temos um mercado de trabalho neste ano com menos força do que em 2012″, afirma Cimar Azeredo Pereira, coordenador de trabalho e rendimento do instituto.

Segundo ele, o quadro do mercado de trabalho mostra que a atividade econômica não tem contratado.

Sem Título-2

Além disso, pela primeira vez desde janeiro de 2011 houve um crescimento da população ocupada inferior ao das pessoas em idade ativa. Ou seja, foram criadas menos vagas do que o número de pessoas com idade para trabalhar. “Esse quadro pode gerar uma deficiência dos postos de trabalho se for prolongado”, disse Pereira.

O nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa) foi estimado em 53,6% em abril nas seis regiões pesquisadas.

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado ficou estável em relação a março e cresceu 3,1% em relação a abril de 2012. Foram mais 342 mil postos de trabalho com carteira assinada em um ano, chegando a 11,4 milhões de pessoas.

SETORES

De março para abril, o emprego caiu mais no setor de outros serviços (turismo, hotelaria, entre outros) –que fechou 77 mil vagas de um mês para o outro, o equivalente a uma queda de 1,9%– e serviços domésticos, com retração de 1,1% (menos 16 mil postos de trabalho).

Também registrou taxas negativas o setor de serviços prestados a empresas, com perda de 0,8%, e a indústria, com leve queda de 0,1%.

O emprego, no entanto, avançou no setor de construção (1,7%), educação, saúde e administração pública (1,3%) e comércio (1%).

Segundo o IBGE, o rendimento da população ocupada, estimado em R$ 1.862,40 no mês passado, apresentou expansão de 1,6% na comparação com abril de 2012 e recuo de 0,2% em relação a março.

TAXA DE DESOCUPAÇÃO POR REGIÃO EM %

Região Metropolitana Abr.2013 Mar.2013 Abr.2012
Salvador 7,7 6,9 8,3
Belo Horizonte 4,2 4,6 5
Recife 6,4 6,8 5,6
Rio de Janeiro 4,8 4,7 5,6
São Paulo 6,7 6,3 6,5
Porto Alegre 4 4 4,7
Total 5,8 5,7 6

Área administrativa representou quase metade das contratações de temporários no 1º trimestre

A área administrativa foi a campeã em contratações de profissionais temporários. É o que revela recente levantamento realizado pela Page Interim, empresa especializada em recrutamento, seleção e administração de profissionais temporários e terceiros. De acordo com o estudo, o setor administrativo representou 43% do total de profissionais temporários contratados no primeiro trimestre deste ano. Ainda de acordo com a consultoria, o volume de contratações cresceu 35% nos três primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para Pedro Salles, gerente regional da Page Interim no Rio de Janeiro, este crescimento se deve ao reaquecimento da economia nacional e a chegada de megaeventos esportivos, que se traduz na necessidade das empresas contratarem mais profissionais para suprir as exigências operacionais das organizações. “O aumento na área de suporte se deve à retomada da economia. O mercado voltou a crescer, mas as empresas ainda não têm certeza se esse crescimento será consistente e real, então acabam optando pela contratação temporária esperando a retomada do mercado”, observa.

Veja os setores e os cargos que foram mais demandados:

Por divisão
%

Área Administrativa
43%

Indústrias
32%

Oil&Gas
25%

Cargos que tiveram maior demanda no trimestre:

Cargos
Média Salarial

Analista Financeiro
R$ 3.500,00

Analista de RH
R$ 3.000,00

Analista de Marketing
R$ 4.000,00

Auxiliar Administrativo
R$ 2.000,00

Secretária Executiva
R$ 4.000,00

Recepcionista
R$ 2.500,00

“O aumento das demandas de vagas temporárias nos níveis de analistas e assistentes se deve ao receio que as empresas ainda tem quando olham para a retomada do mercado no Brasil. Muitas ainda estão reticentes se este movimento será consistente no curto prazo e assim preferem contratar profissionais temporários para “esperarem” uma resposta mais precisa da economia local. Já o acréscimo da demanda por recepcionistas e secretárias está ligado à alta rotatividade dessas posições, o que faz aumentar as posições para temporários e terceirizados”, observa, Pedro Salles.

Homens vs Mulheres

Por Área
Homem
Mulher

Oil&Gas
85%
15%

Varejo / Retail
35%
65%

Indústrias
55%
45%

O executivo acredita que a realização de grandes eventos no Brasil (Copa do Mundo, Copa das Confederações, Olimpíadas) e grandes obras de infraestrutura em desenvolvimento (portos, aeroportos, rodovias e ferrovias) se reverterá em novas contratações. Para Salles, alguns desses eventos terão prazo de duração e o fato obrigará as empresas a aumentarem temporariamente seu quadro de funcionários, principalmente para suportar o aumento das vendas.

“As organizações estão investindo no setor comercial, por outro lado não querem inflar o quadro de funcionários, já que a carga tributária trabalhista no Brasil é altíssima. Nesse contexto, acabam optando em contratá-los em outro regime, como contrato temporário, terceirizado ou contrato de prazo determinado”, afirma.

Fonte: www2.uol.com.br

“Gestão especializada em qualidade de vida”

Ana Cristina Limongi-França, especialista da Fundação Instituto de Administração (FIA) em Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho (GQVT), afirma que os benefícios da implementação de ações que garantam o bem-estar do trabalhador geram de 5% a 30% de impacto positivo na produtividade. Porém, há um déficit de profissionais especializados no tema dentro das organizações.

Os custos com absenteísmo afetam entre 20% e 40% da folha de pagamento das empresas do país e o estresse é uma causa determinante desse problema. Consequentemente, da queda da produtividade. Segundo análise da professora doutora, os principais fatores que ocasionam o estresse no trabalhador são:

1 -Trânsito;

2 -Falta de segurança;

3 - Sobrecarga de trabalho;

4 - Falta de autonomia;

5 - Assédio moral.

“O acesso cada vez maior à informação, a moralização da gestão de pessoas e o conhecimento sobre os direitos do trabalhador têm contribuído para uma moderada retração do quadro de estresse nas organizações. Atualmente, em qualquer curso de formação de liderança no mundo, a qualidade de vida do profissional tem sido assunto em pauta, isso porque um trabalhador com doenças recorrentes deste mal atrapalha o ambiente de trabalho. Segundo pesquisa feita no Canadá, a cada US$ 1 gasto com qualidade de vida no trabalho são economizados US$ 5”, argumenta a professora Limongi, que acredita que cada vez mais cada vez mais, gestores especializados em qualidade de vida no trabalho serão requisitados para atuar na retenção de talentos nas organizações.

Fonte:revistavocerh.abril.com.br

“Mais de 40% dos brasileiros pretendem mudar de emprego em 2013″

Durante o primeiro trimestre desse ano, a consultoria Fellipelli realizou uma pesquisa com aproximadamente 2600 pessoas para saber se os brasileiros estão satisfeitos com o emprego.

O número de trabalhadores que confirmou a intenção de mudar de emprego ainda esse ano ultrapassou os 40%.

A remuneração continua sendo a principal razão, mas plano de carreira e qualidade de vida se tornam cada vez mais presentes nas pesquisas:

- Melhores salários - 35%

-Falta de plano de carreira - 31%

-Falta de flexibilidade de horário - 21%

-Problemas com a atual liderança - 13%

Segundo a sócio-diretora da consultoria, Adriana Fellipelli, todos querem saber onde vão chegar e se planejar: “O problema acaba sendo que nem sempre o tempo da empresa acompanha o ritmo de expectativa do colaborador que atualmente, tem pressa em chegar ao topo, mas nem sempre está preparado”, esclarece.

De acordo com a executiva, a retenção de talentos está cada vez mais complicada e os líderes precisam aprender a ter perspicácia em descobrir as verdadeiras motivações e expectativas dos colaboradores para prevenir a rotatividade de pessoas.

Fonte: revistavocerh.abril.com.br

“Coworking e conferências digitais impulsionados pela mobilidade”

Os avanços tecnológicos proporcionam, a cada dia, inovações tanto para empresas quanto para profissionais.

O conceito de Coworking, escritório colaborativo, surgiu nos Estados Unidos e visa estabelecer um local fixo para que profissionais independentes trabalhem próximos a colegas que partilhem valores parecidos.

O coworking promove um ambiente de trabalho alternativo ao home-office, sem as distrações comuns de casa e é, ainda, uma opção para pequenas empresas que querem reduzir custos com infra-estrutura.

Segundo a proprietária do MyJobSpace, localizado na zona sul de São Paulo, Ana Lúcia Fontes, o crescimento de empresas compostas por apenas uma pessoa e o aumento do trânsito tem encorajado a negociação entre colaboradores e empresas para poder trabalhar parcialmente em casa ou próximo de casa, aumentando o número de coworkings em vários bairros da cidade.

O escritório conta com 60 posições, três salas de reuniões e um auditório para mais de 60 pessoas. “Costumo dizer que nosso cliente não precisa se preocupar se o pó do café acabou, é só vir e trabalhar, que o cafezinho o estará esperando na sala”, explica Ana Lúcia.

Acompanhando a tendência em busca de soluções para o mundo corporativo, a empresa de tecnologia Dígitro apresentou a evolução da plataforma PABX desenvolvida pela companhia. “Ao desenvolver essa solução pensamos nos clientes que já possuem um sistema de telefonia, mas desejam melhorar e otimizar a estrutura. A plataforma é híbrida e confere economia e comodidade aos clientes”, explica Guilherme de Assis Brasil, Diretor de Desenvolvimento da Dígitro.

Entre os diferenciais do sistema estão o suporte integrado com o computador, permitindo a realização de gerenciamento remoto de todas as funcionalidades do PABX, e a possibilidade de habilitar funções como a de um terminal de fax ou de uma central para resgate rápido de mensagens via e-mail, mensagens de texto ou recados de voz. A solução possibilita também a realização de teleconferências ou videochamadas com a participação de usuários dentro ou fora da empresa.

Fonte:revistavocerh.abril.com.br

Como vender ideias (quando você não é persuasivo)

Nem todo mundo ganha, junto com o insight, a garantia de que todos acharão a ideia genial; especialistas dão o caminho para vender propostas do jeito certo.

São Paulo – Inovação virou palavra de ordem dentro das empresas. Mas, para fazê-la acontecer, são necessários profissionais cheios de criatividade. No entanto, da ideia até a implementação da proposta há um longo (e árduo) percurso. E o primeiro passo está em vender a sua ideia.

O problema é que nem todo profissional ganha, junto com o insight, o poder de persuasão de brinde. E, por conta deste descompasso, muitas boas ideias se resignam às gavetas da vida.

Mas para quem integra este grupo, há uma esperança, de acordo com especialistas: “Ser persuasivo não está no DNA. Todos têm a capacidade neurológica para aprender”, afirma Cláudio Lara, especialista em Programação Neurolinguística. Veja quais os conselhos para aprender a vender ideias:

Imite

Fique perto de pessoas que sabem vender ideias. “20% do nosso lobo frontal é composto por o que chamamos de neurônios espelho. É por causa deles que aprendemos a fazer alguma coisa e a copiar”, afirma Lara. Então, “banhe-se de pessoas persuasivas”, como diz o especialista, e saia por aí imitando a postura, impostação vocal e a lógica por traz da argumentação delas.

Brinque de ser persuasivo

Como tudo na vida, aprender a persuadir também exige prática. E a dica de Cláudio Lara não poderia ser mais certeira: treine o máximo que puder. “Nenhuma habilidade vem do nada. Por isso, brinque de ser persuasivo. Venda sua ideia para um desconhecido, para uma criança”, sugere o especialista.

Submeta a ideia à prova

Antes de espalhar sua ideia pelo mundo, cheque se ela é boa, de fato, ou se ainda precisa de lapidação. “Converse com outras pessoas sobre e peça uma chuva de objeções”, afirma Gisela Kassoy, especialista em criatividade. Além de aprimorar sua proposta, a sabatina pode ser útil para prepará-lo para os nãos que, provavelmente, virão.

Tome todos os cuidados possíveis para não cometer alguns erros simples e acabar sabotando a própria ideia. A começar por quando e onde compartilhar a proposta. “Não coloque a pessoa em uma situação que ela dirá não”, afirma Gisela.

Por isso, fuja da brilhante estratégia de contar sua ideia no café ou no elevador. Evite também dias e horários em que seu a pessoa em questão esteja atarefada ou, claramente, com as emoções em desordem. A dica? Agende um horário para compartilhar a ideia.

Engaje o outro

Por mais que você esteja “vendendo” a ideia, a melhor estratégia é não tentar convencer o outro. Sim, isso mesmo. “A nossa mente está acostumada de trabalhar de uma forma dualista. Se você começa a argumentar muito, a pessoa começa a raciocinar o oposto”, diz Gisela.

Como burlar este mecanismo? Fácil: engaje a pessoa na sua ideia. “Coloque o protótipo na mão dela. Faça ela experimentar ao máximo”, sugere a especialista. Se não houver protótipo, envolva a pessoa no contexto em que a proposta foi parida, tente fazer com que ela se identifique com o projeto.

Apaixone-se e saiba tudo sobre sua ideia

Agora, de nada adiantam todos estes recursos, se você mesmo não está tão engajado assim com a própria ideia. Em outros termos, é essencial acreditar, de fato, no fruto da sua criatividade. “Se você acredita, de fato, na ideia, a outra pessoa perceberá”, diz Lara. Com consequência ficará, no mínimo, curiosa para entender o porquê de tanta certeza.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

“Brasil vai ser 5ª economia do mundo antes de 2015, diz Mantega”

Ministro da Fazenda destacou que a velocidade de crescimento do País é o dobro da registrada na Europa e disse esperar melhora nas condições econômicas do Brasil em 2012.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira, 27, que em menos de quatro anos o Brasil será a quinta maior economia do mundo, em termos de Produto Interno Bruto (PIB), superando a França. “O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas acredito que isso ocorrerá antes”, disse.

Mantega ressaltou que a velocidade de crescimento do Brasil é o dobro da registrada pelos países europeus. “Portanto, é inexorável que nós passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor”, disse. O ministro reafirmou que de 2003 a 2010, o crescimento do País ficou ao redor de 4% e que, em 2012, esse patamar será retomado, pois estima que o PIB deve avançar de 4% a 5%.

Ontem, o jornal britânico The Guardian, citando um estudo do Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR, em inglês), indicou que o País já é a sexta economia global, à frente do Reino Unido.

O ministro ressaltou que o Brasil está no caminho certo, pois tem um alto nível de geração de emprego, inflação sob controle, “está na vanguarda do crescimento” e deve apresentar condições econômicas melhores em 2012 do que neste ano. “O importante é que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011″, comentou. “O câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato”.

Questionado pela Agência Estado se os juros também estarão menores, Mantega afirmou que haverá redução do custo financeiro das operações relacionadas aos consumidores, mas não se manifestou sobre a Selic, atualmente em 11% ao ano. Na última quinta-feira, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos, afirmou que “se for necessário, vai haver aumento da taxa de juro. Não sei quando”, referindo-se à eventualidade de o nível de atividade ficar muito aquecido e, em algum momento do futuro, aumentar bastante as pressões sobre a inflação.

O ministro da Fazenda, contudo, foi realista e manifestou que a renda per capita do Brasil precisa avançar para que o padrão de vida da população melhore e fique perto do que é registrado pelos países mais ricos do mundo. “Mas já estamos melhorando bem”, comentou.

Fonte: estadao.com.br