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BOAS NOTICIAS!

Páscoa deve empregar mais de 70 000 temporários

 Até o fim do mês de março devem ser gerados 73 700 empregos temporários no Brasil para atender as demandas da Páscoa, conforme prevê uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) e pelo Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem).

Do total de contratados, 8% podem ser efetivados e 12 500 devem ser jovens em situação de primeiro emprego. Segundo o levantamento, o comércio deve absorver 40% do total da mão-de-obra temporária

Fonte: RH E VC.

CONTRATAÇÕES NO BRASIL ATINGE O MAIOR VOLUME DESDE 2009!

Nos últimos doze meses, 42% das empresas brasileiras ampliaram o quadro de colaboradores – o maior volume de contratações desde 2009, segundo pesquisas da consultoria Grant Thornton. Esse índice é superior ao registrado em nível global (24% das companhias recrutaram funcionários), e coloca o Brasil na 5ª posição entre os países que mais contratam.

A liderança da lista é ocupada pela Índia (62%), que é seguida por Turquia (60%), Peru (57%) e Chile (43%) — todos mercados emergentes. Na contramão, países como Grécia (-38%) e Espanha (-24%) continuam apresentando um cenário pessimista em relação ao emprego.

Paulo Sergio Dortas, Managing Partner da Grant Thornton do Brasil, ressalta que a despeito da latente falta de mão de obra qualificada, as empresas brasileiras estão contratando como nunca. Para o executivo, é importante destacar que este aumento no quadro de funcionários ocorreu em um cenário de baixo crescimento do PIB e atraso nas principais obras de infraestrutura do País.

Salários

O estudo da Grant Thornton mostrou também que 24% dos empresários brasileiros pretendem elevar os salários dos seus colaboradores acima da inflação nos próximos doze meses. O percentual sobe para 88% quando se trata de elevações também em linha com a inflação.

Estão entre os países que mais pretendem dar aumentos reais a seus empregados destacam-se a Suécia (42%), o Chile (33%), a Tailândia (27%), a Índia e o Peru (ambos com 26%). Na contramão aparecem a Irlanda e a Grécia (com 1%) e a Espanha, Itália e Dinamarca (3%).

fonte:Revista RH E VC.

O BOM HUMOR FAZ BEM, INCLUSIVE NO TRABALHO

O Bom humor faz bem, inclusive no trabalho!

 

Patrícia Bispo
Formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

É inegável que cada vez mais as pessoas são submetidas a ambientes estressantes. Basta apenas parar e observar o comportamento dos motoristas em horário de pico. Raras são as fisionomias que em um trânsito lento mostram-se “leves” e sem testas franzidas. Quando se chega ao trabalho, o indivíduo pode deparar-se apenas com a rede da internet lenta, por uns mininutos, mas isso é suficiente para fazê-lo “soltar fumaça” pelas narinas e considerar que todo o seu dia de trabalho será um verdadeiro caos. O remédio para aliviar toda essa tensão pode simples e não custa um único centavo: sorrir um pouco.

O simples ato de rir ajuda, por exemplo, o ser humano a liberar serotoninas e endorfinas – neurotransmissores que se disseminam por todo corpo e que proporcionam uma imensa sensação de bem-estar e prazer. A teoria de que sorrir faz bem a qualquer um, independentemente da idade, não é recente e tem sido adotada até em alguns casos que auxiliam no tratamento de pessoas enfermas. Um filme que retrata muito bem essa linha de pensamento é “Patch Adams – O Amor é Contagiante” (1998), uma comédia dramática, dirigida por Tom Shadyac, que levou às telas o ator Robin Williams que interpretou um famoso médico norte-americano.

Para ajudar os colaboradores a enfrentarem tanto os problemas organizacionais quanto os pessoais com alguma leveza, algumas empresas apostam no bom humor e dão uma “força extra” para que eles encontrem tempo para dar um sorriso e compreendam que viver não significa, obrigatoriamente, estar “ligado” numa alta voltagem. Na LG Sistemas – empresa que atua no segmento tecnológico, o bom humor faz parte dos valores organizacionais e está inserido no dia a dia de cada talento. De acordo com Karina Pimentel, gerente de RH, o aumento da competitividade, ocasionado pelo evento da globalização e pela acirrada corrida empresarial em busca da manutenção das suas sobrevivências neste novo cenário, acarretou em um ambiente de trabalho de maior pressão e consequentemente trabalhadores com maiores níveis de estresse e ansiedade.

Esses dois vilões do bom humor, o estresse e a ansiedade, contribuíram para uma significativa piora dos relacionamentos interpessoais, o que gerou uma predisposição maior para a presença de conflitos no ambiente corporativo e a instalação de doenças ocupacionais. “Diante desse contexto, as organizações começam a investir em políticas de qualidade de vida no trabalho. Posterior a isso, percebem-se investimentos em políticas de qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho, ou seja, as organizações passaram a adotaruma visão holística dos seus colaboradores, preocupando-se também com o bem-estar deles, mesmo quando os colaboradores não estão trabalhando. Atualmente, percebem-se também investimentos em políticas e estímulos ao bom humor, além de total combate ao mau humor dentro e fora da organização”, avalia a gerente de Recursos Humanos.

Ao ser indagada sobre as razões que levaram a LG Sistemas a investir no bom humor, ela afirma que não houve um fato relevante, pois esta prática está inerente à cultura da empresa e a companhia acredita verdadeiramente que um ambiente de trabalho alegre torna o dia a dia dos colaboradores mais agradável, uma vez que todos estão comprometidos com os resultados. Além disso, continua a gerente de Recursos Humanos, é de conhecimento de todos que o bom humor é um grande aliado da saúde e, consequentemente, da melhoria da produtividade. Ou seja, pessoas bem humoradas contaminam positivamente o ambiente.

Profisssionais da LG Sistemas em momento de descontração

O bom humor – Mas, afinal o que é ser um profissional bem humorado? Karina Pimentel explica que é fácil notar um colaborador com bom humor. Geralmente, ele é uma pessoa educada, gentil e sempre está com um sorriso no rosto ao lhe cumprimentar. Mas a característica mais forte desse talento é ser otimista, mesmo diante de situações adversas e, mais que isso, ele consegue respostas rápidas e criativas para essas mesmas situações. Profissionais bem humorados são perseverantes, mesmo em tarefas que exijam mais, possuem bom relacionamento interpessoal na empresa e constroem vínculos de amizades com os colegas, inclusive fora da organização.

A gerente de RH afirma que sem a menor sombra de dúvidas, é missão de qualquer profissional de Recursos Humanos é ser o guardião e o mantenedor do clima organizacional das empresas. “E na LG Sistemas não é diferente. Estamos sempre atentos ao clima da empresa e de cada departamento. Contamos imensamente com a parceria dos nossos gestores, que são os responsáveis diretos por contribuir significativamente com o equilíbrio e harmonia nos seus respectivos departamentos, sinalizando e acionando o RH sempre que necessário”, assinala, ao acrescentar que a principal ação para estimular o bom humor internamente se reflete através do exemplo dado por cada líder. Ela diz que é impossível desvincular o bom humor da figura do gestor. Então, primeiramente, a área de RH trabalha toda potencialidade dos gestores e sua capacidade criativa e de relacionamento interpessoal através do Programa Academia de Líderes que além das sessões de coaching individuais, oferece oportunidade em treinamentos comportamentais inerentes à liderança que atua na organização.

Ações - Outra prática importante que reflete no “estado de espírito” dos funcionários é o investimento no Programa LG Mais Vida que visa desenvolver hábitos saudáveis dos colaboradores. Afinal, é comprovado que uma alimentação saudável, associada à prática constante de exercícios físicos e uma boa noite de sono, é uma perfeita combinação que garante o bom humor.

Estar atento ao clima e ter ferramentas que possibilitem que os colaboradores comuniquem qualquer assunto, ajudando a manter o bom ambiente de trabalho, também é uma das ações que priorizadas através da prática Comunicar – onde são disponibilizados vários canais em que os colaboradores podem se comunicar com a empresa e vice-versa. “Temos diversas ações e programas que promovem integração e também a descontração, estimulando o bom humor no ambiente corporativo como, por exemplo, as Quintas Culturais, o Integra LG e o Coral LG”, sinaliza Pimentel.

Engajamento e Humor – Para a gerente de RH, o engajamento em uma equipe bem humorada é mais fácil do que em um time que não tem essa prática. O cuidado que se deve ter é com o limite das pessoas e os tipos e momentos para brincadeiras, mas isso depende da dinâmica e maturidade dos profissionais. Além disso, ela salienta o bom humor traz diferenciais significativos.

“É comprovado pela ciência que o bom humor tem impactos positivos na saúde. Se tivermos pessoas mais saudáveis, certamente teremos menor número de afastamentos por doenças. Além disso, se torna mais fácil desenvolver e manter competências importantes que auxiliam na busca de melhores resultados para organização em pessoas bem humoradas. Acredito que o ganho mais visível para a Gestão de Pessoas é o clima de trabalho, pois o colaborador e as equipes bem humoradas conseguem contaminar positivamente o ambiente em que estão, se comunicam de forma mais assertiva, estabelecem bons relacionamentos interpessoais e ajudam a eliminar tensões do dia a dia”, diz a gerente de RH.

Karina Pimentel reforça, ainda, que quando fala estrategicamente em Gestão de Pessoas, refere-se em contribuir com o negócio da empresa através da redução de turnover, maior atratividade de pessoas, baixas taxas de absenteísmo, resultados e entregas mais criativas e pessoas verdadeiramente engajadas no negócio. Todos esses fatores também são consequências de um bom clima organizacional e, sem dúvida, indicadores significativos para o negócio de qualquer organização.

Ela cita que não é necessário ter qualquer técnica mirabolante ou ações com elevados custos para cultivar o bom humor no ambiente de trabalho. As pessoas precisam, primeiramente, estar bem consigo mesmas e isso é possível através de uma rotina de hábitos saudáveis como, por exemplo: boa alimentação, prática esportiva regular, boas noites de sono e horas de lazer.

Por outro lado, cabe às organizações desenvolverem ambientes de trabalho fundamentados em respeito ao próximo e confiança e estimular a prática do bom humor, trabalhando e preparando as lideranças para esse novo conceito empresa, para receberem as novas gerações de colaboradores que estão chegando ao mercado. Ações pontuais que permitam o estímulo constante ao desenvolvimento de hábitos saudáveis, integrações entre colaboradores e, claro, total atenção a qualquer ponto fora da curva também complementam o trabalho de estímulo ao bom humor no ambiente de trabalho.

“Para os profissionais que atuam na área de Recursos Humanos, fica a missão de serem guardiões do clima organizacional e formarem e informarem aos seus colaboradores a diferença entre práticas efetivas de bom humor e ambiente de descontração, orientando sobre as posturas ou brincadeiras inadequadas que vão totalmente contra o bom clima de trabalho”, conclui Karina Pimentel.

VANTAGENS DE TRABALHO TEMPOPÁRIO

SABE QUAIS AS VANTAGENS DO TRABALHO TEMPOPÁRIO ? – DESCUBRA!

É cada vez mais comum a contratação de trabalhadores temporários para suprir a demanda das empresas em determinados períodos para substituição de empregados regulares e permanentes. No entanto, tais contratações por vezes geram dúvidas, com relação aos cuidados básicos que empresa e empregado devem ter. 

Em primeiro lugar, é importante distinguir o trabalhador temporário do empregado contratado por prazo determinado. A diferença está no empregador – no primeiro caso, o trabalhador é contratado por uma empresa terceira, especializada no fornecimento de trabalhadores temporários para prestação de serviços, enquanto no segundo o trabalhador é empregado da própria empresa à qual presta serviços. 

Desta forma, ao contratar um trabalhador temporário o primeiro cuidado que as empresas precisam ter é com relação à escolha da empresa de trabalho temporário. Deve-se checar o histórico, a atuação e a correção dos procedimentos por ela adotados, além de manter-se uma checagem periódica do cumprimento de suas obrigações, não só pelo pagamento do salário aos empregados disponibilizados, mas ainda dos respectivos tributos e demais encargos previdenciários.

 Outra preocupação se refere ao prazo do contrato, uma vez que o período total de trabalho não pode exceder três meses, salvo com autorização conferida pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, que pode prorrogá-lo por um total de até seis meses. 

No restante, os direitos dos trabalhadores temporários são muito similares aos demais, tendo direito a: a) remuneração equivalente à percebida pelos empregados de mesma categoria da empresa tomadora; b) jornada de oito horas, remuneradas as horas extraordinárias não excedentes de duas, com acréscimo legal de 50% (cinqüenta por cento) ou adicional convencional; c) férias proporcionais; d) repouso semanal remunerado; e) adicional por trabalho noturno; f) indenização por dispensa sem justa causa ou término normal do contrato, correspondente a 1/12 (um doze avos) do pagamento recebido; g) seguro contra acidente do trabalho e h) proteção previdenciária.

Os recolhimentos de fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS), bem como os recolhimentos previdenciários também serão procedidos normalmente.

 A vantagem para a empresa ao adotar esse modelo aparece em relação ao pagamento do FGTS, visto que nesta modalidade não há indenização da multa e 40% sobre o FGTS, no momento do desligamento do empregado pelo término do contrato. 

Contudo, a grande vantagem para alguns setores na utilização desta modalidade de contratação diz respeito à ausência do direito à estabilidade no emprego. Isso porque, quando temporário, caso o empregado seja afastado por doença ou sofra algum acidente no curso de sua prestação de serviço, a estabilidade prevista no artigo 118 da lei 8213/91 não será aplicável ao caso, sendo que o mesmo ocorre no caso de empregado eleito membro da CIPA, ou empregada gestante.

 No caso de eventual afastamento, deverá ser emitida CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho para que o trabalhador possa apresentá-la junto ao INSS. Porém, no momento do vencimento do prazo extingue-se normalmente o contrato, não havendo que se falar em sua dilação até a alta médica.

Por fim, é importante lembrar que o desligamento do empregado temporário deve ser efetuado pela Empresa de Trabalho Temporário à qual pertença. 

Para o colaborador, a modalidade é vantajosa por permitir sua entrada na empresa, o que em si é uma oportunidade a mais para que posteriormente, após conhecer seus serviços, a empresa o contrate definitivamente. 

Desta forma, a contratação de trabalhador temporário, quando respeitados e preenchidos os requisitos legais, é vantajosa tanto para a empresa que contrata, quanto para o trabalhador que, em muitos casos, acaba até mesmo sendo contratado em definitivo pela empresa tomadora de seus serviços.

 Rafael Tolmajian Neryé advogado, especialista em Direito do Trabalho do escritório Manhães Moreira Advogados Associados. 

Fonte: Administradores.com