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EMPREGABILIDADE: EXIGÊNCIA PROFISSIONAL.

  1. EMPREGABILIDADE: EXIGÊNCIA PROFISSIONAL.

    Entende-se por empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de habilidades e competências agregadas por meio do conhecimento específico e pela multifuncionalidade, as quais tornam o profissional apto à obtenção de trabalho dentro ou fora da empresa.
    O termo surgiu na última década, pela necessidade dos trabalhadores de adquirir novos conhecimentos… que os habilitassem a acompanhar as mudanças no mercado de trabalho. Até então, as oportunidades de trabalho eram oferecidas principalmente pelas indústrias. A partir daí passam a surgir vagas no setor de serviços, exigindo um outro perfil de trabalhador, que tenha competência para desenvolver as novas atividades.

    O mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, busca profissionais com habilidades e competências renovadas. Atualmente busca-se um perfil profissional pautado na competência e no desenvolvimento de habilidades. Isso se deve ao fato de que o mercado de trabalho necessita de profissionais atualizados e conscientes de sua realidade.
    Segundo Chiavenato (1999), a empregabilidade surgiu devido o alto índice de desemprego. Ela provém, portanto, da diferença entre a velocidade das mudanças tecnológicas, as quais exigem do indivíduo novos conhecimentos e habilidades e a velocidade da reaprendizagem.

    A empregabilidade exige do profissional a busca constante pelo aprimoramento de seus conhecimentos, sendo esta uma exigência fundamental para se inserir no mercado de trabalho.

    2 Competências, Habilidades e os Seis Pilares da Empregabilidade

    Inicialmente seria importante explicar os termos competência e habilidade, pois ambos estão diretamente relacionados com a empregabilidade. Conforme Almeida (2006), a competência representa o saber efetivo da matéria enquanto a habilidade relaciona-se à sua execução, ou seja, sua prática.

    A empregabilidade relaciona-se com a realidade de todo e qualquer profissional. Para ser inserido no mercado de trabalho é importante que o profissional tenha consciência de suas verdadeiras competências e habilidades. Portanto, não basta apenas ter um diploma, a empregabilidade exige mais do que isso.

    Diante disso, a empregabilidade vem nos posicionar em relação às mudanças do profissional nas diversas áreas de atuação, permitindo que este seja inserido no contexto das organizações atuais e competitivas.

    O profissional que tem competências e habilidades diversas é capaz de atuar em qualquer ambiente organizacional, proporcionando mudança e visão renovada.
    Diante do mundo atual e globalizado, o mercado de trabalho exige constantes mudanças e atualização dos profissionais, por isso o ideal é preparar-se para exercer novas funções, caso contrário o profissional será considerado ultrapassado e sem valor para o mercado de trabalho.

    Fonte: R7

O Evangelho do Ter e do Ser.

O evangelho do Ter e do Ser – Mensagem de Reflexão em Slides

Desde que o mundo é mundo a sociedade divide-se em camadas ou classes distintas, essa mensagem de reflexão busca explicar o evangelho do Ter e do Ser e como se comportam essas pessoas. A humanidade está dividida em sociedade do Ter e sociedade do Ser. A do Ter se apraz em somar, acumular, amealhar, reunir, multiplicar. A do Ser se satisfaz em dividir, compartilhar, conviver, comungar… A do Ter se notabiliza pela compulsão de compra. Sua fé repousa na doutrina do consumismo… Mensagens de Reflexão para baixar e refletir sobre o sentido da vida.

Ter ou Ser, eis a questão!

“O que vale é o que eu tenho e não o que eu sou. A sociedade do Ser, sabe-se responsável pela enorme fortuna das coisas interiores, dos valores éticos e das virtudes celestiais. Não é que devamos hostilizar os que se satisfazem no Ter, de maneira alguma…” E você, em que sociedade enquadra-se? Mensagens de reflexão em slides power point para baixar gratuitamente.

 

Fonte: esoterika

O Currículo do Futuro.

Brasileiros lideram expectativa de que as redes sociais substituam o atual modelo de CV/

Os executivos de recursos humanos brasileiros aparecem na primeira colocação entre os que mais acreditam que as redes sociais – como LinkedIn e Facebook – vão substituir os currículos tradicionais no futuro.

De acordo com a pesquisa global, conduzida pela consultoria Robert Half, 34% dos entrevistados do Brasil apontam ser muito provável essa substituição, enquanto outros 42% consideram um pouco provável. A Holanda aparece na sequência: três em cada dez executivos apostam na mudança do CV tradicional para as redes sociais, e outros 50% acham pouco provável.

TOP 5 – Muito provável que os CVs tradicionais sejam substituídos por perfis nas redes sociais*

1 Brasil 34%
2 Holanda 30%
3 Chile 29%
4 Itália 16%
5 Suíça e Luxemburgo 14%

* % de executivos que consideram muito provável a substituição no futuro dos CVs tradicionais por perfis nas redes sociais (Fonte: Robert Half)

Quando questionados sobre a eficiência das redes sociais como ferramentas de recrutamento, 54% dos brasileiros acreditam no potencial delas. Nesse quesito, a liderança fica por conta dos executivos da China (64%) e de Cingapura (56%). Os da Alemanha (67%) são os que menos consideram as redes sociais eficientes no recrutamento, seguidos pelos da Bélgica (63%).
No Brasil, o principal uso das redes sociais no processo de recrutamento se dá na verificação de referências de potenciais candidatos, conforme relatado por 25% dos RHs brasileiros. O uso das redes também foi considerado válido para os pesquisados na comunicação com candidatos (24%) e na seleção de profissionais (21%).
Na média global, as redes sociais são consideradas muito úteis na seleção e na comunicação com candidatos, segundo 26% dos executivos.
A pesquisa sondou 1 876 diretores de RH em 16 países.

Fonte: Portal RH

A Importância de um Organograma nas Empresas

                              A Importância de um Organograma nas Empresas
As clássicas definições sobre o que é um “organograma”, muitas vezes se resumem na proposta de organizar e distribuir as responsabilidades e os limites de autoridade, entre os diversos níveis hierárquicos da Empresa.
Mas, na realidade, esta importante decisão estratégica vai mais além.
Vamos imaginar as empresas com perfil familiar, aquelas em que existe um “dono” ou sócios que atuam diretamente na atividade. Nestes casos, a definição de um Organograma é mais complexa, pois além de estabelecer o papel dos funcionários é necessário fixar as responsabilidades e o campo de atuação dos sócios.
Normalmente, o Organograma é um importante estágio de profissionalização e organização da estrutura da empresa. E, obrigatoriamente, exige atitudes de delegação de poderes, definição das liberdades e responsabilidades de cada Diretor, Gerente, Supervisor ou outros profissionais que terão sob o seu comando “pessoas”. Este é o ponto que a definição precisa possuir conceitos claros.
Os “donos” ou “sócios” não devem usar de forma ostensiva e contínua, a prerrogativa do “BY PASS” que os habilita atravessar todos os níveis hierárquicos para resolver alguma questão porque são os “donos” da Empresa.
Implementar um Organograma significa respeitar as pessoas e posições que nele foram inseridos e, portanto, cobrar os desvios e resultados destes mesmos profissionais.
O “BY PASS” é um sinônimo de “cassação temporária” dos atributos do gestor que está acima da pessoa que foi abordada. Por exemplo, o Contador da empresa está subordinado a um Gerente Administrativo que por sua vez está vinculado ao Diretor Administrativo-Financeiro.
No fechamento do mês, o “dono” achou que os resultados apresentados não estão claros e determinou diretamente ao Contador alterações no balanço. Este é um “BY PASS” que comprometeu o Organograma nos 2 níveis que existem acima do profissional abordado.
A disciplina e a conscientização de todas as pessoas que figuram no Organograma são fundamentais para a validação e estabilização da estrutura orgânica da Empresa.
Assim seguem algumas recomendações para você implantar um Organograma com sucesso na sua Empresa:
a) Obtenha, dos sócios da Empresa, a definição clara e formal da estratégica do negócio (Core Business) e no máximo três objetivos principais que devem ser alcançados. Longas listas de objetivos passam a ser inócuas.
b) Consiga que o primeiro nível ligado diretamente aos sócios, possa realizar algumas reuniões em conjunto, sem a presença deles, para estudar e apresentar como enxergam a adequada operação da Empresa para atingir estes resultados.
c) Aprovada a linha de operação, você terá o embrião do organograma. Reúna o grupo de profissionais diretamente vinculados a este primeiro nível. Eles contribuirão com a visão operacional e as necessidades que devem ser supridas para o adequado funcionamento da Empresa.
d) Pronto, seu organograma está tomando forma. Ajuste detalhes, troca de subordinação entre as áreas, quais são os fatores críticos de sucesso e seu Organograma está finalizado.
Fonte: Gabriel Eigner

Profissionais de Sucesso.

A maioia das pessoas buscam sucesso profissional e pessoal, mas nem todas conseguem ou desistem no meio do caminho, pois não tem autoestima suficiente em acreditar que é capaz ou não encontrou a motivação necessária para não desistir e ir a luta.Por isso estou trazendo para vocês frases de grandes lideres e mestres que mudaram a história da humanidade não só com essas frases inspiradoras e sim com seus gestos e atitudes que fizeram a diferença

Começar bem: “Viva a cada dia como se a vida estivesse começando.” (Johann Goethe, motivação para um dia melhor.

Perseverança: “Perseverança é o trabalho duro que você faz depois de ter se cansado de fazer o trabalho duro que você já fez.” ( Newt Gingrich
Atitude correta:”Eu descobri que sempre tenho escolhas. E muitas vezes, trata-se apenas de uma escolha de atitude.” (Judith M. Knowlton)
A vida, na prática: “A vida acadêmica é essencial para nos mostrar a base teórica da profissão que queremos seguir, mas somente na prática do dia-a-dia é que colocaremos a prova tudo aquilo que os mestres nos ensinaram e muitas vezes veremos que não era bem daquela maneira.” (Luís Alves)
Tentar e tentar novamente: “Tentar e falhar é, pelo menos, aprender. Não chegar a tentar é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido.” (Albino Teixeira)
Oportunidade e sorte: “Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade.” (Elmer Letterman)
Motivação e sacrifício:”É impossível avaliar a força que possuímos sem medir o tamanho do obstáculo que podemos vencer, nem o valor de uma ação sem sabermos o sacrifício que ela comporta.” (H. W. Beecher)
Quem sabe faz a hora:”Já dizia a canção, quem sabe faz a hora, não espera acontecer, assim é a felicidade, enquanto muitos esperam, outros a buscam, tenha em mente que você é senhor de seu destino.” (Luis Alves – consultor e coaching)
Motivação no trabalho: “As pessoas que alcançam seu potencial pensam em aperfeiçoamento.” (John Maxwell
A arte da guerra: “Deve-se utilizar a força do oponente a nosso favor.” (Sun Tzu)
Motivação para o sucesso profissional: “Motivar é criar interesse pelo tema e vontade, esse ânimo e auto-ajuda vão nos ajudar a progredir em conhecimentos e nas tarefas profissionais.” (Daniel Godri)
Motivação no trabalho: “O desempenho de uma empresa é baseado em soluções e problemas, se for um problema, tem solução! Se não tem solução, então não deve ser um problema. Não existe um caminho novo. O que existe de novo é o jeito de caminhar e é bom saber que a gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente enxerga de longe, e saber administras essas situações é o que caracteriza um comportamento otimista e de prosperidade.” (Autor Desconhecido)
“O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência”.(Henry Ford)
É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.(Theodore Roosevelt)
Fonte: www.esoterikha.com

Aparência é fundamental para o sucesso profissional; veja como não errar ao se vestir

Causar uma boa impressão no ambiente de trabalho pode ser o diferencial para conquistar um novo cliente, uma promoção ou uma nova colocação. A consultora de Recursos Humanos Débora Goulart explica que um profissional que sabe se vestir bem em diferentes ocasiões é sempre lembrado e bem recomendado. “Quando você vê uma pessoa alinhada e estilosa, a imagem que se fixa na memória é positiva”, diz.
CASUAL DAY

Segundo a consultora de imagem Bia Kawasaki, as pessoas confundem conforto com desleixo. “É ‘casual day’, e não ‘churrasco day’ ou ‘ninguém paga as minhas contas day’”, brinca.

Nesse dia, em que as pessoas se vestem mais à vontade para ir trabalhar, o erro típico feminino é exagerar, como se estivesse indo a uma festa à noite.

“É importante mostrar toda a qualidade do seu currículo. Se você se formou, fez mestrado, tem experiência, é importante exibir isso na maneira como se veste. E isso vale para os dias descontraídos na empresa”, diz.

A consultora afirma que competência e compromisso ainda são os melhores trunfos de um profissional, mas a roupa pode dar um impulso. “Se eu tenho dois candidatos para uma vaga e ambos me apresentam resultados, formação e perfis parecidos, mas um deles está sempre bem vestido e o outro não, escolho o que se apresenta melhor”.

O principal elemento para não errar no visual é conhecer a empresa onde você trabalha, quer trabalhar ou fará uma reunião importante. Se um candidato vai para uma entrevista em uma agência de publicidade de terno, provavelmente, passará as mensagens erradas. “É preciso pesquisar para saber como se arrumar. Em uma empresa jovem, como um site, vale ousar; em um banco, um terno é obrigatório”, diz Débora.

A atenção que damos à roupa representa nossa dedicação ao trabalho, segundo Cristina Zanetti, consultora de estilo pessoal. “Uma pessoa que chega com om cabelo desgrenhado e a roupa amassada passa a impressão de que não se importa nem um pouco com o trabalho. Foi de qualquer jeito. Já a que está arrumada mostra que tem cuidado, se preocupa.

Afinal, o que vestir?
Nem os consultores de estilo conseguem entrar em consenso para definir o que vestir, pois cada profissão tem suas particularidades. A maioria, porém, torce o nariz para jeans, camiseta e tênis. Mas há lugares onde esse visual é bem aceito e seria impossível mudar tal hábito –como sugerir que jornalistas parem de usar jeans, por exemplo.

Como é difícil estabelecer uma regra que oriente todos os trabalhadores, no UOL Comportamento foi feito uma seleção das melhores dicas das consultoras de estilo Daniella Passaretti e Cristina Zanetti e da consultora de imagem Bia Kawasaki. Veja abaixo boas apostas e gafes comuns, além de exemplos básicos para quem não quer
erra:

- Em ambientes formais, terno e gravata são obrigatórios. Prefira os tons sóbrios para o terno (como cinza e a azul marinho, que são mais adequados para o dia) e camisas brancas ou de tons claros. A gravata deve ser lisa ou ter padronagem discreta. Se tiver medo de ousar no acessório, aposte nas tradicionais marinho ou vermelha;

- Se a empresa não exige terno, calça de sarja ou tecido com camisas de manga comprida são sempre uma boa opção. Cuidado com as camisas de manga curta. Normalmente, elas são difíceis de combinar. Para complementar, é bom ter um blazer sempre à mão, caso precise receber algum cliente ou ir a uma reunião mais formal.

- Jeans e camisas polo podem ser usadas em ambientes corporativos descontraídos. Porém, as blusas não devem ter estampas e as calças devem ser escuras, sem lavagens. Acompanhado de um blazer, o visual fica elegante, caso alguma ocasião exija mais formalidade.

- Se você usa barba, ela precisa ser bem feita, alinhada e limpa. Se optar por não usar, o rosto precisa estar bem afeitado sempre. O corte de cabelo também precisa estar em dia. E nunca se esqueça de aparar as unhas.

- A moda masculina atual traz roupas mais ajustadas ao corpo (não colada) e de cores sóbrias. Por isso, evite roupas que parecem que saíram de um brechó: calças muito largas, blazers com ombreiras enormes ou camisas com cores berrantes.

- Ainda que a maioria dos consultores de estilo não indique o jeans, caso você vá usar, evite os que têm lavagens (processo que deixa o tecido de diferentes tons). Opte pelo azul escuro, mais elegante e adequado para o ambiente profissional. Dê preferência para as blusas e camisas de tecidos planos (os que não esticam), que deixam qualquer pessoa mais alinhada.

- Peças com aspecto de desleixo também causam uma imagem ruim, como sapatos mal engraxados, roupas desbotadas, descosturadas, com botões caindo, mal passadas ou sujas.

Autor: Daniel Ribeiro – site UOL

ENFRENTAR OS DESAFIOS NO TRABALHO.

Enfrentar os desafios no trabalho

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21 ago Postado por admin em Desafios no trabalho | Comentários
Enfrentar os desafios no trabalho

Geralmente, quando o ser humano depara-se com o novo a primeira reação pode ser a resistência à mudança, pois não é fácil sair da Zona de Conforto. Mas quando isso se revela através de um desafio dado pela empresa a um funcionário, essa situação pode ser vista de duas formas pela pessoa. A primeira como uma razão para colocar as mãos na cabeça e dizer a si: “Não vou conseguir. Estou encrencado”. A segunda alternativa é ver um trabalho desafiador como uma ótima chance de crescimento tanto pessoal quanto profissional. Abaixo listo 10 bons motivos para que os colaboradores não vejam as atividades desafiadoras como um bicho de “sete cabeças”.
1 – Quando alguém recebe um desafio, uma meta que precisa ser alcançada, ela é convidada a sair da chamada Zona de Conforto – responsável pela estagnação de talentos e podação do desenvolvimento humano.

2 – Ao ser convidado a participar ativamente de um trabalho desafiador, a pessoa observa que o seu potencial pode ir muito mais além do que ela mesma imagina e com isso, busca novos horizontes tanto pessoais quanto profissionais.

3 – Um desafio, quando bem confiado à pessoa certa, faz com que o profissional sinta-se valorizado pela organização. Afinal, o colaborador verá na prática que ele contribui para o crescimento e o sucesso do negócio.

4 – Ter a responsabilidade de desenvolver um trabalho desafiador significa que a empresa e o gestor confiam na capacidade do profissional. Isso estimula a motivação e aumenta a autoconfiança do indivíduo em si mesmo.

5 – Quem recebe um desafio no trabalho não deve considerá-lo como um obstáculo, mas sim como uma oportunidade de desenvolvimento. A partir dessa visão, o profissional tem a chance de desenvolver novas competências e aprimorar as que já “domina”.

6 – O profissional que se vê diante de um desafio desenvolve a capacidade de superação. Quando isso ocorre, passa a se auto-avaliar antes mesmo que alguém o faça.

7 – Nada como colocar em prática o que foi “ensinado”. Quem coloca o conhecimento que adquiriu, ao receber uma nova atividade desafiadora torna-se mais competitivo e mais maduro para enfrentar e superar possíveis problemas que surjam no caminho.

8 – Receber um desafio é ter a chance de mostrar o seu talento, sua capacidade de adaptação às mudanças. E ao concluir o trabalho, o profissional pode ter aberto as portas para o reconhecimento e, conseqüentemente, até mesmo ser cogitado para uma ascensão na empresa em que atua.

9 – Quando se supera um desafio, o profissional está preparado para enfrentar outras situações inesperadas porque evoluiu. Com o amadurecimento, a pessoa abre um novo leque para o desenvolvimento da carreira, além de aumentar a própria empregabilidade em um mercado cada vez mais competitivo.

10 – Caso o desafio seja dado a uma equipe, esse é um ótimo momento para estreitar relacionamento com seus pares, fortalecer a integração com os demais e estimular a troca de conhecimento. Isso porque, se alguém aprende com sua experiência a recíproca também é verdadeira.

FONTE: INTERNET

LIVRE-SE PESSOAS NEGATIVAS.

Você já reparou como há pessoas que nos puxam para baixo? Estamos bem, felizes, contentes; basta essas pessoas chegarem e tudo começa a ficar azedo, triste. Elas já chegam com um olhar de censura, de quem “comeu e não gostou”, de quem “dormiu com os pés para fora do cobertor”.

Até o olhar delas, meio “farol baixo”, nos puxa para baixo! Observou como há pessoas para quem nada está bom? Tudo tem um defeito e todas as pessoas têm algum problema para elas. Falam mal de todo mundo e não suportam ninguém. Quando terminamos uma tarefa, elas só enxergam os defeitos. Quando as convidamos para um piquenique elas dizem que irá chover.

Você viu como há pessoas de mal com a vida? Irritadas, vivem culpando os outros pelos seus problemas. O mau humor é sua marca registrada. Parecem ter orgulho de sua cara fechada e de seu sorriso ausente. São pessoas incapazes de elogiar e de conviver.

Já reparou como há pessoas punitivas? Todos são culpados até que provem sua inocência. Chegam com o dedo em riste nos acusando de coisas que nem sequer sabemos do que se trata. Ficam profundamente infelizes com a menor felicidade alheia. Odeiam a alegria, o sorriso, a conversa informal. Punem tudo e a todos quase que como uma profissão de tempo integral.

Vejo essas pessoas em todos os lugares – na família, no trabalho, nas escolas, nos clubes e associações e até em trabalhos voluntários.

Me impressiono ao ver quanta gente faz a vida mais difícil do que ela já é. Quanta gente complica coisas simples. Pessoas que criticam tudo e na hora de ajudar dizem não ter tempo. Na hora de contribuir dizem não ter dinheiro. Na hora de carregar peso dizem ter problemas de coluna e assim por diante. Vivem para puxar os outros para baixo. Vivem para não fazer.

Vejo em associações e clubes o quanto essas pessoas estão presentes. Só criticam: a festa não foi boa, o café estava frio, as flores poderiam ser mais bonitas, etc. E vejo o mesmo nos ambientes de trabalho: nada presta, nada está bom. Elas azedam até baldes de antiácido!

Meu conselho é: livre-se das pessoas que puxam você para baixo! Afaste-se delas ou, no mínimo, não lhes dê nenhuma importância.

Deixe-as sofrer sozinhas, pois ninguém merece gente assim!

Pense nisso. Sucesso!

Texto de Luiz Marins

É possível começar uma carreira de sucesso depois dos 30 anos

O dia de Rodolfo Guttilla, 50, parece ter mais do que 24 horas. Diretor de assuntos corporativos da Natura, ele também é presidente do conselho da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), vice-presidente da Associação da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Beleza e da Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas, além de atuar como conselheiro em várias organizações. Nas horas vagas (ou seriam “horas extras”?), Gutilla dedica-se à Literatura – é autor de livros de poemas, literatura infantil e ensaios.

Guttilla trabalha entre 10 e 12 horas, dividindo as tarefas entre a sede da Natura, em Cajamar (SP), os escritórios de fornecedores e parceiros, e sua casa. O dia a dia envolve atividades de representação, viagens, relacionamento com a imprensa e o governo e criação de materiais institucionais, entre outras coisas.

Mas ele nunca pensou que seria um executivo. Guttilla é formado em Jornalismo e mestre em Antropologia. Conciliou a carreira na imprensa com a vida acadêmica e até fez militância sindical como professor. Na entrevista a seguir, ele conta sua trajetória até o topo do mundo corporativo.

Vida de estudante
Eu nunca fui bom aluno, era dispersivo, mas gostava muito de ler, era um pouco introspectivo. Repeti de ano duas vezes. Depois eu fiz faculdade de Comunicação e, logo em seguida, ao perceber que eu tinha um inclinação para Ciências Sociais, fui fazer o curso na PUC-SP. Fiz pós-graduação e mestrado em Antropologia.

Começo de carreira
Eu me formei em 1985, em Jornalismo, e fui da primeira turma do treinamento da Folha de S.Paulo, que nem se chamava assim na época. Tive a oportunidade de aprender com grandes mestres do jornalismo e um grupo muito talentoso que trabalhava lá. Mas percebi que o jornalismo diário não me emocionava, não me fisgava. Era tudo muito rápido e relativamente superficial. Eu queria mergulhos mais profundos, então fui fazer um outro tipo de jornalismo mais segmentado. Trabalhei em revistas e publicações, como a Casa Vogue. Depois passei a me interessar muito pela Academia, por lecionar, dividindo então o meu tempo entre o jornalismo e a atividade de professor. Eu dei aula por seis anos de Antropologia e Edição no curso de Jornalismo, foi muito gostoso.

Atuação sindical e mudança para o universo corporativo
Eu comecei a lecionar porque tenho uma vocação muito grande para essa área, mas a remuneração do professor no Brasil é baixa, na época era ainda pior. Então eu acumulava atividades de jornalismo e de relações públicas, fazendo projetos, planos de comunicação, matérias, reportagens – freelancer, de modo geral. Eu era delegado sindical dos professores e nós promovemos a primeira greve no sistema educacional em que trabalhava. Todos entenderam o nosso pleito e obtivemos ganho de causa no Tribunal do Trabalho, mas depois a discussão com os donos da faculdade foi muito tensa, então surgiu uma oportunidade em uma agência de relações com a imprensa. Lá eu aprendi a fazer projetos e depois fui convidado para ser o supervisor de relações com a imprensa de um dos clientes. Foi assim que comecei a atuar no mundo empresarial.

Sobre entrar mais tarde no mercado de trabalho
Eu iniciei minha carreira no mundo corporativo depois dos 30 anos ou um pouco antes. Eu vejo essa idade como um momento especial, porque aos 30 anos você está muito preparado, está numa fase da vida em que já está mais pronto e maduro para uma nova etapa mais desafiadora, que pode ser uma mudança radical, como eu fiz, vindo do mundo acadêmico para o mundo corporativo, ou uma promoção que te leve a um nível de maior responsabilidade dentro da organização. O importante é que você tenha claro quais são as competências que você tem para enfrentar esse desafio. Às vezes é preciso arriscar e dar um passo maior que o outro, sem ousadia você corre o risco de ficar fazendo a mesma coisa para o resto da vida.

Dia a dia na empresa
Tenho uma jornada de trabalho que demanda muito, trabalho em torno de 11, 12 horas por dia, viajo bastante. Trabalho aqui, em algum escritório onde vou estar (seja de um fornecedor ou de um parceiro de negócios) e outra parte do dia eu trabalho em casa, à noite. Eu cuido da área de assuntos corporativos, que, em resumo, envolve as relações com a imprensa, com formadores de opinião, a produção de materiais institucionais, mas também tomam bastante parte do meu tempo as relações com o governo.

Lazer
Eu escrevo, sou poeta e faço ensaios sobre Literatura. Tenho perseguido esse desejo de escrever e já publiquei alguns livros. Quero acreditar que daqui a alguns anos vou poder dedicar mais tempo a essa minha vocação. Gostaria de construir uma segunda trajetória nesse campo.

Literatura e Antropologia em relação ao mundo empresarial
A Antropolgia ensina a compreender os sistemas simbólicos, as narrativas mitológicas, as organizações de uma determinada cultura. A empresa é um agrupamento social, ela tem seus próprios rituais, seu mito de origem, suas próprias narrativas. A Antropologia ajuda a navegar no ambiente corporativo e a criar as narrativas para que os outros compreendam qual é o propósito e a vocação social desse empreendimento. A Literatura, onde o resultado também é uma narrativa, ajuda a construir e compreender outras narrativas sobre o indivíduo, no ambiente empresarial e em relação com os seus pares, e a empresa, em relação aos seus múltiplos públicos. O que me levou à Antropologia e o que me faz escrever é essa paixão que eu tenho pelas narrativas, pelos símbolos.

Diferencial na carreira
O que eu acho que fez diferença foi ter feito uma boa faculdade de Ciências Sociais, um bom curso de pós-graduação e um mestrado com muita aplicação. Parte do que sou hoje, devo à segunda formação.

Futuro profissional
Eu nunca me preparei para ser um executivo, sempre para ser professor. Eu fiz muito trabalho de campo, pesquisa etnográfica e acabei me tornando um executivo. Daqui pra frente, eu planejo atuar na área de assuntos corporativos pelos próximos 10, 12 anos, porque isso demanda muita energia, esforço físico inclusive. Depois eu gostaria de voltar a estudar, quero fazer doutorado e voltar para a vida acadêmica, além de continuar escrevendo. E se julgarem que eu tenho alguma competência para isso, eu posso ser conselheiro no futuro, seja na área da comunicação ou na de relações institucionais.

Conselhos a um jovem profissional
Instrua-se, eduque-se, faça mais de uma faculdade, se puder, faça pós-graduação, mestrado, MBA. Permaneça atualizado. Faça cursos de extensão universitária, de atualização. Faça cursos mais estruturantes, porque a técnica você acaba aprendendo no dia a dia. Além disso, relacione-se. Esteja sempre buscando novos contatos, saiba quem são as lideranças das empresas, procure identificar os valores que te inspiram em um determinado executivo – procure conhecer pessoas e estilos diferentes de gestão. Tenha uma disposição permanente para o aprendizado cotidiano, não se aliene. Por fim, trabalhe muito, porque tem sempre alguém que vai trabalhar mais do que você, mas não perca de vista que você tem família, amigos e uma outra vida para construir.

Autor: Rachel Sciré – Site Click na carreira

O colaborador ideal na visão do chefe:

Ao longo da vida profissional tenho desempenhado diversos papéis: executivo, consultor, empresário, entrevistador, entrevistado, colaborador e … chefe.
E é na capacidade de quem ocupou cargos de chefia que escrevo estas linhas.

A experiência com diversos subordinados ao longo do tempo nos ensinou a distinguir os pontos que diferenciam um colaborador satisfatório de um colaborador que supera as expectativas e que, por sua contribuição diferenciada se destaca dos demais.

Eis as conclusões, em algumas linhas. Os 7 principais fatores que destacam um colaborador em uma equipe:

- Alinha-se rapidamente com a lista de prioridades do chefe, mesmo quando as prioridades mudam rapidamente;

- Capta em alguns meses os valores da empresa, a visão do chefe e passa a atuar em situações novas baseado nestes valores e visão;

- Cumpre as metas e os deadlines acordados, ou quando não pode cumprir, procura o superior com antecedência para um realinhamento de metas ou prazos, não se deixando pegar em situações de prazos estourados ou de não entrega do combinado.

- Entende que na vida empresarial você investe e você recebe, não se focando apenas no que espera ou acredita que deveria receber.

- Questiona o chefe quando não concorda, de forma a não se tornar um mero clone, mas um ser pensante e autônomo que busca novas soluções e caminhos, contribuindo para o enriquecimento estratégico e operacional da empresa;

- É alguém que “empurra” o chefe em determinadas ocasiões, e não alguém que precisa ser “empurrado” pelo chefe com frequência;

- Não se deixa levar no dia a dia apenas pelos assuntos urgentes (importantes ou não) como muitos. Entende a importância dos assuntos classificados como “importantes mas não urgentes”, que se não forem feitos hoje sempre dá para esperar um pouquinho, mas que quando feitos mudam o futuro e os destinos da empresa.

Claro que não pretendo ser unilateral aqui e expor uma lista de exigências aos colaboradores, sem a devida contrapartida. Uma relação profissional saudável implica no fornecimento de condições mínimas obrigatórias aos colaboradores como remuneração compatível, ambiente de respeito, clareza de comunicação e objetivos e treinamento. E por fim, um plano de crescimento de responsabilidades e de remuneração atrelado ao desempenho do colaborador.

Fonte uol empregos